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terça-feira, janeiro 19th, 2010 | Author: admin

Joint New Zealand-U.S. project begins harvesting steady Antarctic winds on Ross Island

Besides the heavy snow, unrelenting wind, and bone-chilling temperatures, what’s the most difficult part of building a wind farm in Antarctica? The lack of daylight in the winter means construction can only take place in the summer months. And with only one supply ship a year, you better not forget any parts.
On Saturday, the $7.4-million Ross Island Wind Farm in Antarctica began feeding electricity at full power for the very first time.
The new wind farm can generate up to one megawatt of electricity and will cut diesel use at New Zealand’s Scott Base and the U.S.’ McMurdo Station by 120,000 gallons and reduce carbon dioxide output by 1,370 tons annually, according to New Zealand’s state-owned Meridian Energy, the project’s developers.
The wind farm’s three 333-kW Enercon E33 turbines will provide roughly 11 percent of the power for the two bases, smoothed by a 500kW PowerStore flywheel system which helps reduce the impact of fluctuating power on the area’s small electric grid. (Watch a live webcam of the Ross Island Wind Farm in Antarctica)
“This turbine makes a very visual statement that renewable energy has arrived on Ross Island,” wrote Meridian’s Scott Bennett on the Ross Island project’s blog, earlier on in the project. “It’s operation, which can be viewed from both Scott Base and McMurdo Station is raising intense interest from the residents in both communities.”
While the turbines have been operating at partial power since December, the units did not begin producing full power until Saturday, when New Zealand Foreign Minister Murray McCully and U.S. Ambassador David Huebner officially flipped the switch via video link with the site from Auckland, in northern New Zealand.
Meridian began the project back in November of 2008 but didn’t finally wrap-up the construction phase of the wind farm until late December 2009.
While the new Ross Island Wind Farm is the largest in Antarctica, it is not the first. A 600-kW, two-turbine wind installment has been providing electricity for Australia’s Mawson Station since 2003.

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quinta-feira, dezembro 24th, 2009 | Author: admin

A Alstom assinou um protocolo de intenções com o Governo do Estado da Bahia para instalar sua primeira unidade industrial de turbinas eólicas no País. A cerimônia, realizada às 17 horas no Convento do Carmo, em Salvador, teve a participação de Jaques Wagner, governador da Bahia, James Correia, secretário nacional de Indústria, Comércio e Mineração, Philippe Delleur, presidente da Alstom Brasil, e Marcos Costa, vice-presidente do setor Power da Alstom Brasil.
A nova fábrica, instalada na Bahia, vai se dedicar à montagem de turbinas eólicas com capacidade instalada de 300 megawatts por ano. O investimento estimado é de R$ 50 milhões (aproximadamente 20 milhões de euros). De acordo com os termos e condições do protocolo, a fábrica deve entrar em operação no início de 2011.
” Com a instalação de sua primeira fábrica de turbinas eólicas no País, a Alstom consolida sua estratégia na região e o objetivo de se tornar uma peça fundamental no mercado eólico brasileiro. O setor de energia no Brasil tem um grande potencial para a produção com fontes alternativas. A Alstom tem a tecnologia e os conhecimentos necessários para contribuir para o desenvolvimento do setor de energia eólica”, afirma Philippe Cochet, presidente da Alstom Hydro.
” A Alstom, com seu portfolio global para energias renováveis, confirma sua liderança no mercado brasileiro também neste setor. Esta fábrica, a primeira da Alstom neste segmento no País, concretiza a entrada da empresa no cenário eólico nacional”, complementa Marcos Costa, vice- presidente do setor Power da Alstom Brasil e América Latina.
” O simbolismo da instalação da primeira fábrica para energia eólica da Alstom na Bahia é muito grande. Além de ser um ícone internacional nas áreas de transporte e de energia, representa nossa inserção na indústria das energias renováveis. Teremos a oportunidade de captar investimentos e transferência de tecnologia no segmento eólico, além de adicionar novas receitas fiscais e mais empregos para a Bahia”, afirma o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.
A Alstom acredita no vento como uma fonte viável de energia limpa e para auxiliar a reduzir as emissões de CO2 e outros poluentes que prejudicam o ambiente. A empresa atua em energia eólica em diversos países.
Em setembro de 2009, o Brasil tinha 547 MW instalados em energia eólica, com mais 337 MW em construção e um adicional de 382 MW em contratos para produção de turbinas, todos sob o Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). Uma vez que esses projetos estão em andamento entre 2009 e 2010, logo teremos 1.4 GW instalados. Nas condições atuais, o Brasil poderia instalar cerca de 500 MW por ano.
O anúncio da primeira fábrica de eólicas da Alstom no Brasil coincide com o resultado do primeiro leilão de energia eólica, realizado no último dia 14, que vai gerar 1.8 GW, sendo que a Bahia conta com 18 dos 71 projetos aprovados, o que representa 390 MW.
Entre os municípios baianos com potencial para produzir energia eólica, destacam-se Tucano, Juazeiro, Campo Formoso, Jacobina, Igaporã, Caetité, Brotas de Macaúbas, Sobradinho, Morro do Chapéu, Ourolândia, Cafarnaum, Vitória da Conquista, Mucugê, Ibicoara, Conde, Casa Nova, Pindaí, Guanambi e Riacho de Santana.

Tribuna do Norte

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segunda-feira, dezembro 14th, 2009 | Author: admin

O sucesso do Leilão de Energia de Reserva realizado pelo Governo Federal poderá dobrar o faturamento do setor de energia eólica no Brasil e atingir a marca de mais de R$ 5 bilhões em movimentações financeiras nos próximos três anos,  estima Lauro Fiúza Junior, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica - ABEEólica.
O País já registrou investimentos de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões com pouco mais de 600 MW instalados até o momento. Com o sucesso do leilão, a ABEEólica prevê uma expressiva ampliação nos investimentos do setor.
Nestes números estão incluídos a instalação no Brasil de diversas plantas para a produção de aerogeradores, cujas empresas já demonstram seu interesse ao fornecerem cotações de aerogeradores que podem ser financiados pelo BNDES.
Haverá também uma forte participação de renomados players brasileiros de energia, dispostos a diversificar suas atividades através de aportes em projetos de geração elétrica a partir da força dos ventos.
“A habilitação de mais de 10 mil MW ao leilão reforça a disposição dos agentes em desenvolver cada vez mais a energia eólica no Brasil”, afirma o presidente da ABEEólica. Fiúza ressalta a expectativa de realização de certames anuais em busca do desenvolvimento da indústria local e em sintonia com a preocupação em manter uma matriz de geração elétrica limpa.
Conforme o estabelecido no leilão, os contratos assinados, de compra e venda, terão duração de 20 anos, com início de fornecimento da eletricidade marcada para 1º de julho de 2012.

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segunda-feira, dezembro 14th, 2009 | Author: admin

O primeiro leilão de comercialização de energia voltado exclusivamente para fonte eólica, realizado nesta segunda-feira (14.12.2009) pelo Governo Federal, resultou na contratação de 1.805,7 MW, a um preço médio de venda de R$ 148,39/MWh. Com o leilão, será viabilizada a construção de um total de 71 empreendimentos de geração eólica em cinco estados das regiões Nordeste e Sul.

Leilão de Energia de Reserva (Eólica):

Bahia - 18 projetos - 390 MW de potência
Ceará - 21 projetos – 542,7MW

Rio Gde do Norte - 23 projetos - 657 MW
Rio Gde do Sul - 8 projetos - 186 MW
Sergipe - 1 projeto – 30 MW

Total Brasil:
71 projetos - 1.805,7 MW de potência

O montante financeiro transacionado em decorrência do certame alcançará R$ 19,59 bilhões ao final do período de vigência dos contratos – 20 anos.

Em relação ao preço inicial do leilão, de R$ 189/MWh, o preço médio final de R$ 148,39/MWh representa um deságio de 21,49%. O leilão de energia eólica foi realizado na modalidade de reserva, que se caracteriza pela contratação de um volume de energia além do que seria necessário para atender à demanda do mercado total do país.
Os 71 empreendimentos que venderam no leilão assinarãocontratos de compra e venda de energia com 20 anos de duração, válidos a partir de 1° de julho de 2012.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Mauricio Tolmasquim, que participa em Copenhague da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, comemorou o resultado do leilão, cujo processo competitivo permitiu que se contratasse energia de origem eólica a um preço reduzido para o consumidor.

“Este leilão mostra que a diferença de preço entre as fontes eólica e térmica vem se aproximando e hoje é pequena, e, além disso, que a energia gerada através dos ventos é uma alternativa interessante, do ponto de vista econômico e ambiental, como complementação à geração hidrelétrica”, afirmou ele.

Ainda de acordo com Tolmasquim, a expressiva contratação de empreendimentos eólicos, associada à decisão de cancelar o leilão de termelétricas que ocorreria no próximo dia 21, mostra o empenho do governo em manter o alto percentual de fontes renováveis na matriz energética brasileira.

A relação dos projetos que negociaram no Leilão de Energia Eólica está disponível na página da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE na internet - www.ccee.org.br


Empresa de Pesquisa Energética – EPE

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sábado, dezembro 12th, 2009 | Author: admin

In 2008, United States wind power generation capacity passed the 25 gigawatt mark by adding over 8 gigawatts from the year before, which represented the largest individual gain of any country in the world. This growth rate of 50% exceeded that of the year before, indicating that the market is still relatively young and has room to grow, despite the economic slowdown.
The market for wind turbines will continue to grow through 2015 driven by new generation additions as well as replacements of smaller, older turbines with new, larger, more efficient turbines. In 2007, generation capacity from renewable sources made up only 4% of the world’s electricity sources, but 16% of new electricity generation capacity additions were from renewables with wind power making up more than 80% of these gains by renewables.
The year 2009 will be a defining moment for wind power markets around the world. The global economic crisis that began in late 2008 has thrown the industry into confusion, along with most other global industries. Two competing market views exist, and representatives from each camp were interviewed for this report across the wind power value chain, such as components suppliers, turbine OEMs, wind developers, and power providers.

This Pike Research report analyzes the opportunities and challenges facing wind power in North America – particularly turbine manufacturers – in the current economic and political climate. It assesses drivers of growth include rising demand for electricity, pro-wind regulatory environments, advantages over other renewables, and technological innovations driving down lifetime costs of producing wind power. Key players in the wind energy business are profiled and the report also includes rich quantitative analysis including market sizing, segmentation, market share analysis of top turbine vendors, and growth forecasts for the United States and Canada through 2015.

Pike Research

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sábado, novembro 14th, 2009 | Author: admin

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou no último dia 10 a aprovação de financiamento no valor de R$ 258,5 milhões para a construção de quatro parques geradores de energia eólica (ventos) no estado do Ceará, na Região Nordeste.
Quando concluídos, eles terão capacidade geradora de 155 megawatts. Os parques serão instalados nos municípios de Aracati e São Gonçalo do Amarante. A contrapartida da Bons Ventos Energia, empresa beneficiária do financiamento, será de R$ 754,4 milhões.
Os projetos integram o Proinfa, o programa do governo federal de incentivo a investimentos em fontes alternativas que assegura contrato de compra e venda de energia com a Eletrobrás por um prazo de 20 anos.
Com o financiamento anunciado hoje, o BNDES já aprovou sete projetos que representam investimentos de R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão de recursos do banco.
Os empreendimentos vão gerar cerca de 700 empregos diretos. Um dos quatro parques da Bons Ventos, em São Gonçalo do Amarante, já está em operação e os demais devem ser inaugurados até fevereiro de 2010.

Agência Brasil

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sábado, novembro 07th, 2009 | Author: admin

A EPE publicou a Nota Técnica DEA-14-09, que apresenta as instruções gerais para as medições anemométricas e climatológicas a serem realizadas e enviadas à Empresa pelos proponentes vencedores do leilão de energia de reserva específico para a fonte eólica.
Tais medições constituirão banco de dados permanente e referencial para estudos sobre a energia eólica e para o desenvolvimento de instrumental técnico voltado ao planejamento, à operação e à integração de parques eólicos ao sistema elétrico nacional.

Empresa de Pesquisa Energética

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segunda-feira, outubro 26th, 2009 | Author: admin

O Ministério de Minas e Energia decidiu alterar as datas dos leilões de energia eólica e de A-5 para 14 e 18 de dezembro, respectivamente. O adiamento do Leilão de Energia Eólica foi necessário em função do grande interesse dos investidores que solicitaram habilitação técnica junto à EPE. Foram cadastrados 441 projetos, totalizando 13.342 MW de potência.
Grande parte dos empreendimentos cadastrados (58%) optou por entregar as medições anemométricas, que servem para medir altitude, força, direção, freqüência e a permanência dos ventos apenas no dia 3 de novembro, o que tornou inviável a conclusão da análise técnica no prazo originalmente previsto.
Para que o mesmo problema não se repita durante o processo de habilitação do Leilão de Reserva de 2009, as datas originais para entrega dos documentos e informações necessárias para a habilitação técnica não foram alteradas.
Para que a proximidade de datas não provocasse problemas operacionais na realização do Leilão de Energia Nova A-5/2009, antes previsto para 17 de dezembro, o MME decidiu adiar a data em um dia.

Ministério de Minas e Energia

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segunda-feira, outubro 26th, 2009 | Author: admin

Denúncias atribuem danos ambientais a parques eólicos no Ceará

As paisagens litorâneas do Ceará têm ganhado novos componentes nos últimos tempos: altas torres brancas com enormes hélices, que captam a força dos ventos para geração de energia. Considerada uma das formas mais limpas de se produzir energia elétrica em vigor no mundo, a energia eólica, porém, tem sido questionada no Estado, onde ações do Ministério Público Federal têm denunciado diversos problemas socioambientais causados na instalação dos parques eólicos. Entre os problemas estão a devastação de dunas, o aterramento de lagoas, interferências em aquíferos, a destruição de casas e conflitos com comunidades de pescadores.
“Apresentam o projeto como se fosse ser feito numa praia deserta, mas não, há pessoas que vivem nesses lugares a vida toda e que agora sofrem uma interferência violentíssima”, disse o promotor Paulo Henrique de Freitas Trece, de Camocim (cidade localizada a 370 km de Fortaleza). “Fora isso, estamos perdendo todas as nossas dunas. É uma situação dramática.”
O Ceará hoje concentra o maior parque eólico do país, com 267,90 MW (megawatts) de energia sendo geradas pelo vento em 11 usinas já instaladas. Até o final do ano, há uma perspectiva de que sejam alcançados 518,33 MW de potência, com a inauguração de outros três grandes parques.
O último parque inaugurado é o maior do Nordeste, justamente o de Camocim (onde Trece atua), na praia Formosa. Só essa usina tem capacidade para gerar 104,1 MW de energia.
Segundo um estudo da Secretaria de Infraestrutura do Estado, com toda a capacidade instalada, o Ceará evitaria o equivalente à emissão de 1 milhão de toneladas de dióxido de carbono (o maior vilão do aquecimento global) por ano, quantidade que acabaria sendo lançada ao ar se toda essa energia fosse produzida de outras formas, como pelas termelétricas.
Com o primeiro leilão de energia eólica a ser realizado pelo governo, marcado para o dia 25 de novembro, a expansão do setor deverá ser ainda mais acelerada. Em todo o país, 441 projetos se inscreveram para participar da seleção comandada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), com propostas para gerar ao todo 13.341 MW de energia. Desse total, 72% são do Nordeste. O Ceará é o segundo com maior número de projetos inscritos, 118 (com proposta de captar 2.743 MW a mais de energia) - perde apenas para o Rio Grande do Norte, que tem 134 projetos (4.745 MW).

Localização problemática

Os críticos da energia eólica alegam que não se opõem à instalação dos parques em si, mas sim à localização escolhida.
“O problema é que instalam o parque levando em conta apenas a dimensão econômica, ignorando os custos ambientais desses projetos”, disse Jeovah Meireles, professor do departamento de geografia da UFC (Universidade Federal do Ceará).
Ele analisou projetos instalados em duas praias, uma na Taíba (litoral oeste do Ceará) e outro na praia do Cumbe, em Aracati (no litoral leste). Nestes dois casos, o professor concluiu que se buscou aproveitar a altitude das dunas para potencializar a captação dos ventos, mais intensos. Mas, para isso, dunas fixas foram desmatadas, alterou-se parte da topografia local, fez-se a compactação de dunas móveis, lagoas próximas foram aterradas, além da privatização de espaços de uso tradicional, o que gerou descontentamento da população local.
“Não haveria qualquer problema se os parques fossem instalados logo atrás das dunas, nas zonas dos tabuleiros, onde a velocidade dos ventos alcança níveis europeus, de 6 m/s (metros por segundo). Mas não, como nas dunas são alcançados 8 m/s, visualiza-se um resultado maior com menos custos”, afirmou Meirelles.
Para ele, todos os danos poderiam ser evitados se fosse cobrado um estudo de impacto ambiental (EIA-Rima) que levasse em conta projeções sobre o acúmulo das intervenções feitas na natureza por esses projetos. Seguindo uma resolução do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente), a número 279, de 2001, para a instalação de parques eólicos normalmente é exigido apenas um relatório simplificado para a expedição da licença ambiental, dada pelos órgãos estaduais.
Agora, após tantas denúncias, a Semace (Superintendência Estadual de Meio Ambiente) decidiu cobrar o EIA-Rima, com base na Lei do Gerenciamento Costeiro (lei federal 7.661, de 1988), que regula os usos possíveis dos terrenos na costa brasileira. Assim, os novos projetos deverão apresentar esse documento no processo de licenciamento.
“Não se tem nenhuma ideia do impacto cumulativo disso tudo aí. E tudo pode piorar, porque uma coisa é você ter 250 aerogeradores instalados, quantidade que o Ceará vai ter até o final do ano, outra é ter 20 mil, quantidade que seria usada para se alcançar a capacidade eólica do Estado, de 40 mil MW”, diz Meireles.

Para o promotor de Camocim, é necessário que agora as promotorias e o Ministério Público Federal se antecipem para cobrar todos os estudos de impacto necessários antes que as novas obras se instalem.
“Em Camocim, já estão lá as torres de 110 metros de altura, instaladas e funcionando, toda a intervenção equivocada nas dunas já foi feita, casas de pescadores já foram destruídas, tudo isso é fato consumado e dificilmente a Justiça vai fazer algo. Para as outras, vamos fazer o possível para tentar impedir que os mesmos prejuízos aconteçam”, disse Trece.

Mais benefícios do que malefícios

Para o presidente da ABEeólica, associação que congrega as empresas do setor eólico instaladas no país, o empresário Lauro Fiúza, as reclamações partem de pessoas despreparadas e que desconhecem os benefícios ambientais da energia eólica. “Qualquer obra tem algum impacto durante a instalação, mas, no caso dos parques eólicos, o impacto é baixíssimo. É menor do que dos buggys que circulam pelas dunas”, disse.
Ele argumenta que apenas no Ceará há críticas à energia eólica e que as ações na Justiça acabam por deixar os investidores - em sua grande maioria estrangeiros - inseguros quanto a continuidade dos projetos.
“É preciso ter uma consciência nacional de que a energia eólica é fundamental para o país, senão é desperdiçar uma dádiva de Deus, que é essa quantidade imensa de vento à disposição”, afirmou.
Para Fiúza, a exigência de estudos mais aprofundados de impacto ambiental são desnecessários, pois os aerogeradores ocupam um percentual muito pequeno das dunas onde são instalados. “Como a distância entre eles é muito grande, no fim, ao se dimensionar a taxa de ocupação, não chega a 3% da área. Evidentemente que na instalação há algum desconforto, mas que é mínimo e logo superado por 20, 30 anos de benefícios com a produção de energia limpa e renovável, além do acréscimo da arrecadação do municípios com a própria usina”, disse.

UOL Notícias

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domingo, setembro 27th, 2009 | Author: admin

European energy giant Dong Energy has officially opened the world’s largest offshore wind farm, a 20MW facility with 91 turbines, situated 30km off the Danish coast.
The Danish energy company predicted the new Horns Rev 2 wind farm would generate 800GWh of power each year, providing enough zero-carbon electricity for 200,000 homes.
The development, which covers an area of 35 square kilometres to the west of the Jutland coast in the Danish part of the North Sea, consists of 2.5MW wind turbines from Siemens, each of which stands 114m tall and is positioned in water that is up to 17m deep.
Speaking at an inauguration ceremony on the accommodation platform that has been built adjacent to the wind farm, Dong Energy chairman Fritz H Schur said that the opening of the new €470m (£419m) facility marked a milestone in the company’s strategy to reposition itself as a provider of renewable energy.