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quinta-feira, novembro 26th, 2009 | Author: admin

In an attempt to kick start its commercial biofuel production project, Viridas has announced a €940,000 share placing to fund a plantation in Brazil. The share placing is just one of the ways the Leeds, UK-based company is raising money to establish a new administrative organisation in Brazil and to buy a 250 hectare farm in Bahia.
Stanley Wootliff, chairman of Viridas, said: ‘The placing provides Viridas with the additional working capital to move to the next stage of its development programme and to take advantage of the growing EU demand for compliant sustainable biodiesel and biomass sourced from a dedicated energy crop’.
Earlier this year the group needed around €5.5 million to fund the plantation but has since struggled to reach that amount due to the recession. The company hopes that the share will bring in more investments so it can continue with its production plans.
Viridas has predicted the plantations’ annual production to be around 60,000 tonnes of crude jatropha oil and 240,000 tonnes of biomass.

quinta-feira, novembro 26th, 2009 | Author: admin

Feedstock supplier GEM BioFuels has started commercial production of crude jatropha oil (CJO).
The company plans to make its first shipment of CJO, bound for Europe and Australia, early next month and expect the value of the initial shipment to be relatively low.
Paul Benetti, CEO of GEM BioFuels said: ‘The commencement of commercial jatropha oil production is a landmark for the company and follows several years of development and refinement of our owner/manager operating model.’
This development has confirmed the effectiveness of simple, cold press, screw expellers in producing high quality CJO.
The shipments of CJO will be used as straight vegetable oil fuel for power generation and also as feedstock for biodiesel and chemical production.

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quinta-feira, novembro 19th, 2009 | Author: admin

O pinhão manso é uma matéria-prima que pode ser usada em escala para extração de óleo destinado à fabricação de biodiesel, mas apresenta características que precisam ser melhoradas. Com uma produtividade potencial três vezes maior que a da soja, o pinhão manso necessita de modificações para que possa se adaptar às diversas regiões do país e para que deixe de ser tóxico.

A necessidade de um estudo específiico sobre a espécie foi apresentada durante o 1º Congresso de Brasileiro de Pesquisa em Pinhão Manso, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Associação Brasileira de Produtores de Pinhão Manso (ABPPM). O encontro reuniu pesquisadores, técnicos, professores e estudantes nos dias 11 e 12 de novembro, em Brasília (DF).
A principal meta científica é domesticar a oleaginosa para ser usada na nutrição animal. Além disso, é preciso torná-la resistente a pragas e tornar a colheita uniforme.
Atualmente, a produção da oleaginosa no Brasil ocupa cerca de 60 mil hectares de área plantada. De acordo com o diretor-técnico da ABPPM, Luciano Piovesan, a cultura do pinhão manso não é excludente nem exclusiva. “É uma planta que inclusive recupera áreas degradadas do solo.”
O interesse em investimento em pinhão manso ocorre porque ele é rico em óleo e gordura e, portanto, tem potencial fonte de fabricação de biocombustíveis, de acordo com o especialista. O Brasil precisa alcançar a meta proposta para o chamado B5. O plano divulgado em outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevê a adição de 5% do biocombustível ao diesel consumido no país, mas para isso, o Brasil precisa produzir 2,4 bilhões de biodiesel.
Hoje, a maior parte dessa demanda provém principalmente da soja, do girassol, amendoim, da mamona, do algodão, da canola e do dendê. “O programa do biodiesel do Brasil requer uma grande demanda de óleo. Isso significa que estamos tomando dessas espécies tradicionais”, explica o chefe da Embrapa Agroenergia, Frederico Durães.
Segundo Durães, o Brasil , no caso da soja, por exemplo, existem 22 milhões de hectares produzindo 60 milhões de toneladas de grãos anualmente. “A operacionalidade da semente da soja é alta, pois apresenta em sua constituição 18% de óleo e isso faz com que ela gere 550 quilos por hectare”, explica Durães. Segundo ele, isso tudo foi possível graças aos anos de estudo destinados à soja e por isso a importância de pesquisar os benefícios do pinhão manso.

Agência Brasil

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sexta-feira, outubro 16th, 2009 | Author: admin

O I Congresso Brasileiro de Pesquisa em Pinhão Manso, que será realizado em Brasília (DF) nos dias 11 e 12 de novembro, pretende abarcar uma vasta gama de informações científicas sobre essa oleaginosa estratégica para a produção de biocombustíveis.
O pinhão manso (Jatropha Curcas L), é uma espécie oleaginosa estratégica para a produção do biodiesel, com produtividade potencial três vezes maior que a soja. A planta será, pela primeira vez, analisada em conjunto por pesquisadores e representantes dos diversos setores do negócio de agroenergia em busca de respostas científicas que legitimem essa oleaginosa como matéria prima para a produção de biocombustíveis.
Apesar de o potencial de rendimento grãos/óleo do pinhão manso ser alto e de excelente qualidade para a produção do biodiesel, a oleaginosa ainda não está domesticada e apresenta desafios. Existe a necessidade de desenvolver cultivares adaptadas às regiões produtoras; a espécie é susceptível a muitas pragas e doenças e a colheita é desuniforme, o que encarece o custo de produção e pode inviabilizar o cultivo. Além disto, a torta resultante da extração do óleo é tóxica e não pode ser utilizada diretamente na nutrição animal.
A idéia de intercâmbio de conhecimentos sobre essa espécie ainda não domesticada permeia o evento. As abordagens incluem a cadeia produtiva, destoxificação, sistemas de colheita, e controle de pragas e doenças do o pinhão manso (Jatropha curcas).
O congresso é organizado pela Embrapa Agroenergia, pela Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM), com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
A abertura contará com a presença do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que centrará foco na produção de matérias primas para biocombustíveis no Brasil. O chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Frederico Durães fará palestra sobre o Programa Nacional de Pesquisas em Pinhão Manso.
Várias Unidades da Embrapa marcarão presença com enfoques diversificados. A Embrapa Agroenergia participará de mesa redonda com tema voltado para recursos genéticos e melhoramentos do pinhão manso e destoxificação. A Embrapa Agropecuária Oeste (MS), com manejo: podas de formação e produção.
A Universidada de Yale (EUA) será responsável pela apresentação do ciclo de vida na cadeia de produção do pinhão manso.
O setor privado, por meio do Instituto Tamanduá, está com espaço garantido nas mesas redondas para apresentar suas pesquisas. Pequenos e grandes produtores de pinhão manso contarão suas experiências, em palestras técnicas.
Programação completa do evento: www.congressojatropha.com.br

Embrapa

sábado, setembro 12th, 2009 | Author: admin

Branded coffee provider Preachers Coffee Inc has entered into a Technical Management and Operating Contract for a 36,103 acres of agricultural and forest land to be developed for cultivation of coffee and jatropha plants for biodiesel production in Philippines.
Florida based Preachers Coffee Inc executed the joint venture agreement with Modern Energy Corp under a Community-Based Forest Management Agreement (CBFMA) of the Government of the Philippines in partnership with the Manobo Indigenous Community Cooperative on Mindanao island in the Philippines.
The Joint Venture Technical Management and Operating Contract allows financial assistance and technical management to be provided by Preachers Coffee Inc and Modern Energy Corp under the 25 year term with an indefinite extension.

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segunda-feira, julho 20th, 2009 | Author: admin

BP said it has left a project to turn jatropha trees into biofuels to concentrate on producing sugarcane ethanol in Brazil and the U.S., and to advance research of biobutanol.
BP was a 50 percent partner with D1 Oils Plc in a joint venture set up in 2007 to develop jatropha, a drought-resistant tree whose seeds produce oil for use in biodiesel production. D1 today said it had agreed to acquire BP’s stake in the project and would maintain the business until market conditions provide new capital investment. The British oil producer is collaborating with U.S. researchers to spend about $500 million over 10 years on biofuels research. The company says it already supplies 10 percent of the world’s biofuel and expects the fuel to account for 11 percent to 19 percent of the world’s transport-fuel market by 2030.
The British oil major entered the Brazilian biofuels industry a year ago, taking a 50-percent stake in Tropical Bioenergia SA, a joint venture between Brazilian sugar and ethanol producer Santelisa Vale and Maeda, which grows cotton and grains. Saddled with around $1.3 billion of debt, Santelisa Vale (one of its partners in Tropical)sold a 40-percent stake to Swiss-based trading house Louis Dreyfus Commodities.
But financial problems at Santelisa Vale are not a threat to BP’s plans, Lindenhayn said. The company’s future operations in Brazil would not be limited to this alliance. The company does not rule out acquiring existing plants instead of building new ones after the crisis hit several companies and asset prices fell.
“Brazil has a strategical relevance for BP,” Lindenhayn said, adding sugar cane is the most efficient source of biofuel currently available. “We consider Tropical as the basis for our growth but we are also discussing other partnerships that could contribute to our growth,” Lindenhayn said. “Our aim is to have a relevant position in Brazil’s ethanol consolidation process.”
Tropical had announced plans to invest $1 billion in two new mills. The first, in the center-western state of Goias, came on-line in September 2008 and is expected to crush 2.4 million tonnes of cane in the current crop. It is now evaluating the building of the second mill, which would also be in Goias.
London-based BP, one of world’s largest oil producers, has bet on biofuels research, funding the U.S.-based Energy Biosciences Institute at the tune of $500 million – and has other ventures across the globe, ranging from a partnership to build a cellulosic ethanol plant with Verenium in Florida to sugarcane ethanol in Brazil. The company is also a big player in solar and wind energy.

domingo, junho 28th, 2009 | Author: admin

A mineradora Vale anunciou um projeto para produzir 160 mil toneladas de biodiesel por ano, a partir do óleo de palma. A Vale vai investir US$ 305 milhões na produção de biodiesel a partir da palma no Pará, em parceria com a Biopalma.

O objetivo é suprir totalmente a demanda da companhia para abastecer suas locomotivas e máquinas pesadas no Norte do país com o chamado biodiesel B20 (diesel com adição de 20% de biodiesel), a partir de 2014.
O combustível será produzido por um consórcio formado pela Vale e pela empresa Biopalma Amazônia, no centro-norte do estado do Pará. O investimento será de US$ 500 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), dos quais US$ 350 milhões (cerca de R$ 700 milhões) serão da mineradora.
Em 2008, o consumo de diesel da Vale na Região Norte foi de 336 milhões de litros, dos quais 7 milhões foram de biodiesel. Com o novo projeto, a empresa espera economizar até US$ 150 milhões por ano e deixar de emitir 12 milhões de toneladas de dióxido de carbono (um dos gases do efeito estufa), o equivalente à emissão de 200 mil carros.
Para o diretor executivo de Logística e Sustentabilidade da Vale, Eduardo Bartolomeo, o projeto é estratégico em um momento de crise econômica internacional. “É um tripé social, ambiental e econômico. Esse projeto mostra que, num momento de crise, em que todo mundo está cortando e priorizando, isso é estratégico para a nossa sustentabilidade”, disse.
O projeto espera gerar 6 mil empregos diretos e beneficiar 2 mil famílias de pequenos agricultores da região, uma vez que parte do plantio da palma será feito em terras da Biopalma Amazônia e parte em propriedades desses agricultores.
Segundo a Vale, não haverá desmatamento da Floresta Amazônica e o plantio ocorrerá em áreas degradadas de cinco municípios: Moju, Tomé-Açu, Acará, Concórdia e Abaetetuba. Para a plantação da palma, serão destinados 60 mil hectares. Setenta mil hectares serão reflorestados.
“Essa região é caracterizada por coisas marcantes. Provavelmente é a área mais devastada da floresta úmida amazônica. É a região mais agredida e também a de maior densidade demográfica da Amazônia”, disse o diretor-presidente da Biopalma, Silvio Maia.

A palma, uma espécie de palmeira, foi escolhida para a produção de biodiesel por ser considerada mais viável do que a soja e a mamona, por exemplo. As seis usinas que produzirão o combustível terão equipamentos produzidos na Malásia, país do Sudeste Asiático com tradição na produção de óleo de palma.

Segundo o presidente da companhia, Roger Agnelli, o investimento em biocombustíveis faz parte dos planos para diversificação da matriz energética da empresa .

A empresa pretende utilizar a produção de 160 mil toneladas do biocombustível em projetos localizados na região de Carajás. A empresa utilizará 60 mil hecatares de área de floresta degradada para produzir óleo de palma, que possui 10 vezes mais produtividade que a soja, oleaginosa mais utilizada, segundo a diretora de Energia da Vale, Vania Somavilla. O biodiesel substituirá parte dos 500 milhões de litros de diesel utilizado pela companhia.

Também está em estudo a produção de biodiesel a partir de pinhão-manso, em Minas Gerais.

Além desse projeto, segundo ela, a companhia estuda parceria para projetos eólicos. Outro plano da Vale inclui a instalação de uma planta de cogeração de 36 MW, com uso de 16 MW e venda de 20 MW ao mercado livre.

Para as operações no Sul e Sudeste do Brasil, a Vale pretende usar gás natural. Já está em teste um modelo de locomotiva que funciona à base de diesel com 50% a 70% de gás natural. Os testes começaram a ser feitos na Estrada de Ferro Vitória-Minas. A expectativa é que o novo biocombustível possa ser usado em escala comercial nos próximos anos.

A empresa pretende quadruplicar o investimento na exploração. A empresa pretende aplicar US$ 260 milhões na produção do combustível, contra US$ 60 milhões investidos em 2008. Segundo Agnelli, o investimento tem como objetivo reduzir custos e riscos.

Agnelli participou no dia 25.06 de solenidade de assinatura de memorando de entendimento com a Petrobras para exploração de blocos de petróleo e gás natural no Espírito Santo. A Vale terá partipação de 25% em três blocos.

Agência Brasil

quinta-feira, junho 18th, 2009 | Author: admin

Biofuels carry a heavy water footprint, although the size of that print varies widely from crop to crop, according to new research from the Netherlands’ University of Twente.
Researchers at the university analysed 13 crops to determine the optimal production regions for each based on water consumption and climate date. Their goal was to make it easier to prevent biomass cultivation from jeopardising food production in regions where water is already in short supply.
The researchers found, for example, that it takes an average of 14,000 litres of water to produce one litre of biodiesel from rapeseed or soya. However, the water footprint for rapeseed in Western Europe is significantly smaller than in Asia.
For soya, India has a large water footprint, while the figures for countries such as Italy and Paraguay are more favourable.
Jatropha, which is increasingly used for biomass production, has an even less favourable water footprint of 20,000 litres of water on average for one litre of biodiesel.
Using whole plants to generate bioelectricity, on the other hand, requires a smaller water footprint than using crops to make biofuels. Even then, however, crop footprints vary. For example, the researchers found that, when used for bioelectricity, sugar beet has by far the smallest water footprint, while jatropha is 10 times less water-efficient.

quinta-feira, junho 11th, 2009 | Author: admin

Com o objetivo de discutir alternativas utilizando pinhão manso para produção de biodiesel, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado realizou audiência pública no Congresso Nacional, requerida pelo Senador Valter Pereira.
Além da Embrapa, participaram o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Brasil Bioenergia.
O Chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Frederico Durães explanou sobre as estratégias de pesquisa da empresa para viabilizar a cultura do pinhão manso como uma opção de matéria prima para o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.
O pinhão manso é uma espécie não alimentar com alto potencial de rendimento de óleo. A oleaginosa possui, também, características compatíveis com o perfil da agricultura familiar, pois é perene, dependente de mão-de-obra e os espaçamentos adotados permitem, nos primeiros anos de cultivo, o consórcio com outras culturas, podendo se produzir em uma mesma área energia e alimento.

Embrapa Agroenergia

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sábado, abril 11th, 2009 | Author: admin

China has asked Zambia to plant 2 million hectares of jatropha for the production of biofuels. If agreed it will become one of the biggest farming land projects by an Asian country in Africa.
Chinese markets are eager for crops grown in Africa; and this project will use the jatropha plant, which is a non-food crop whose oil can be used to produce biodiesel. It can be grown on semi-arid land and poses less of a risk to food production than other biofuel feedstocks such as grains and vegetable oils.
However debates over whether the money, jobs and expertise they bring will help or just exploit the world’s poorest continent are speculated.
‘Zambia still needs to develop proper incentives and define blending ratios and timelines. Possible incentives for the sector included putting in place duty free arrangements for machinery imports and funding incentives’. Says Tyson Chisambo director of biofuel association of Zambia’s.

Biofuels International

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