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quarta-feira, janeiro 27th, 2010 | Author: admin

A new, widely anticipated Renewable Fuel Standard (RFS2) should be issued by U.S. Environmental Protection Agency (EPA) “very soon,” Administrator Lisa Jackson said Tuesday. “(EPA is) working very hard to finalize the [new rule] as soon as possible,” Jackson said. The rule is now at the Office of Management and Budget (OMB) for an interagency review.
Biofuels makers have been waiting for the rules, which are designed to implement a 2007 law that mandated an ever-increasing amount of biofuels be added to transportation fuel. This year, 12.95 billion gallons of renewable fuel must be part of the supply, up almost 17% from last year. Of that total, almost one billion gallons must come from advanced biofuels.
The EPA has been working to determine what biofuels count as advanced. To qualify, each type of advanced biofuel must produce greenhouse-gas emissions that are at least 50% lower than the emissions associated with ordinary gasoline. The question is how to measure emissions, since the EPA must look across the entire life cycle from the time a seed is planted to the time a fuel is burned.  As part of that, the EPA must account for the potential impact of clearing land that absorbs greenhouse gases to make room for crops that absorb less of the gases.
The agency’s ultimate decision will also determine what types of new biofuel plants may break ground.
By law, new biofuel plants must produce fuels with greenhouse-gas emissions that are at least 20% lower that emissions associated with traditional gasoline.
Another question involves the future of corn-based ethanol. When the EPA proposed rules in May 2009, the agency outlined two different scenarios. One scenario largely favored the ethanol industry, and another would prohibit all but one corn-ethanol-production process. At issue is whether the EPA determines that ethanol producers are able to find ways to operate more efficiently–such as through the use of enzymes or other processes.
Oil companies have their own concerns. ConocoPhillips (COP) told the White House recently that the system for ensuring that marketers comply with the standards wasn’t workable. The company also opposed an EPA proposal that would allow biodiesel to qualify. The biodiesel industry is fighting back. The National Biodiesel Board has complained that companies aren’t buying biodiesel in mandated volumes because of the EPA’s delay in issuing rules.

Sugarcane blog

segunda-feira, janeiro 25th, 2010 | Author: admin

O Brasil, que atualmente produz etanol basicamente a partir da cana-de-açúcar, poderá contar, no futuro, com novas possibilidades para produção do combustível. A Embrapa Cerrados – unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, localizada em Planaltina (DF) – coordenará a partir deste ano pesquisas para avaliar fontes de biomassa que podem ser usadas para produzir o chamado etanol de segunda geração.
Para isso, o projeto vai avaliar o uso de gramíneas forrageiras (usadas na alimentação animal), sorgo, o bagaço e a palha da cana e algumas espécies de árvores (pinus, eucalipto e duas espécies da Amazônia: tachi-branco e paricá), como fontes alternativas de biomassa para produção de etanol.
O etanol produzido a partir da cana-de-açúcar é obtido pela fermentação de açúcares presentes no caldo, obtido pela moagem da planta. Como resultado dessas pesquisas, a perspectiva é que açúcares complexos, como a celulose e hemicelulose existentes na composição das plantas, possam também ser convertidos no combustível, denominado etanol de segunda geração.
Segundo o pesquisador da Embrapa Cerrados Marcelo Ayres, que coordena o trabalho, a escolha das espécies para o estudo buscou contemplar plantas mais adaptadas às condições da região do Cerrado e que apresentem grande potencial de produção de biomassa. Outra vantagem é que já existem estudos anteriores que indicam o manejo desses cultivos. No caso das gramíneas forrageiras, por exemplo, a Embrapa lançou diversas cultivares de braquiária (foto), como a cultivar Marandu, que ocupa mais de 30 milhões de hectares no Brasil. “Ela é muito adaptada às condições climáticas do Cerrado e pode ser plantada até mesmo onde a cana não pode”, explica.
O processo de produção do etanol de segunda geração é composto por duas etapas. Na primeira delas as longas cadeias de celulose e hemicelulose são quebradas - por hidrólise enzimática ou química - para chegar a açúcares com cinco ou seis moléculas de carbono. Em uma segunda etapa, os açúcares reduzidos obtidos no processo de hidrólise são fermentados, assim como ocorre com a sacarose da cana-de-açúcar. Esse é o procedimento que os cientistas devem percorrer até chegar ao etanol. No entanto, a prática ainda é um desafio. “O mundo inteiro está trabalhando para definir quais as fontes e os processos a serem usados”, explica. Para o pesquisador, em relação a outras nações que estão na corrida para desenvolver a tecnologia do etanol de segunda geração, o Brasil tem a vantagem de estar em uma área tropical, o que favorece o desenvolvimento de biomassa.
A pesquisa vai reunir especialistas de universidades (Universidade de Brasília e Universidade de São Paulo) e de diversas unidades da Embrapa (Cerrados, Agroenergia, Floresta, Milho e Sorgo, Gado de Leite, Gado de Corte, Tabuleiros Costeiros, Instrumentação Agropecuária). Eles vão avaliar o potencial de produção de biomassa das espécies estudadas e também as características físico-químicas das plantas. Conduzida pelos pesquisadores da Embrapa Agroenergia, outra etapa do estudo vai pesquisar como converter essa biomassa em etanol, a partir da aplicação de enzimas que serão usadas em uma escala piloto.

segunda-feira, janeiro 25th, 2010 | Author: admin

Petrobras’ Juiz de Fora power plant, also in Brazil, will become the country’s first ethanol-fueled power plant.
Since 31 December the plant has been using ethanol on an experimental basis. Now, in its efforts to create alternative sources of power, a 45MW turbine has been adapted that can be used with ethanol or gas.
The ethanol refinery is the newest addition to the company’s already long line of power plants totaling 7,028MW, including 14 natural gas power plants (5,820MW), 12 fuel oil power plants (892MW) and 16 small hydropower plants (316MW). There has been a 30% decrease in nitrogen oxides since the plant started using ethanol, 13 days ago.

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Brazil
produces the largest amount of ethanol in the world due to its production of sugar cane.

segunda-feira, janeiro 25th, 2010 | Author: admin

A usina termelétrica Juiz de Fora, que faz parte do parque gerador da Petrobras, agora é flex-fuel (bicombustível). Além de operar com gás natural, a usina passa a ser a primeira do mundo a gerar energia com o etanol.
Com essa iniciativa, o Brasil reafirma sua posição de destaque na produção e uso do etanol e a Petrobras dá mais um passo na busca por fontes alternativas de geração de energia e no esforço para flexibilizar seu parque gerador, que tem capacidade instalada de 7.028 MW. São 14 termelétricas a gás natural (5.820 MW), 12 a óleo (892 MW) e 15 pequenas centrais hidrelétricas – PCHs – (316 MW). Agora, conta também com uma usina capaz de gerar energia elétrica a partir do etanol.
Cerca de 90% dos materiais e equipamentos para a infraestrutura de recebimento, armazenagem e transferência do etanol para a turbina são nacionais. Em relação aos equipamentos adquiridos para conversão da turbina, o percentual é de 5%. Países importadores de combustíveis líquidos e gasosos, como o Japão, são mercados potenciais para esse uso.

terça-feira, janeiro 19th, 2010 | Author: admin

Virada de ano e nos deparamos ainda com as discussões sobre o clima no mundo. O fracasso da enorme reunião em Copenhague com países bastante emissores de Dióxido de Carbono (CO2) negociando com países que inclusive correm o risco de desaparecer devido ao aumento do nível dos oceanos, e com países chamados de “emergentes”, dentre os quais se inclui o Brasil. Dentre as negociações entre quem deve pagar a conta, e diminuir as emissões de CO2, e os que não tem como pagar nada, e muito menos reduzir as emissões, o Brasil aparece ora como estrela, ora como vilão.

Como vilão porque está entre os maiores emissores de CO2 do mundo, principalmente com atividades de queimadas e desmatamento que precisam ser controladas. Entretanto, a estrela que brilha é a da grande capacidade de renovar sua energia. Além de ter energia elétrica em sua maior parte renovável, devido às hidroelétricas, o Brasil está substituindo gradativamente o combustível fóssil por etanol. Consome-se hoje mais etanol do que gasolina no país. Esse é um feito invejável em todo o mundo e vem sendo atacado com certa regularidade, tendenciosamente, ou por ignorância sobre nossas condições de produção de cana-de-açúcar, por grupos, inclusive tidos como defensores do ambiente. O ataque principal é dirigido ao desmatamento e diminuição das áreas de plantio de alimentos.

Nessa hora o bom mesmo é observar alguns dados relativamente simples. Dos 851 milhões de hectares em uso no Brasil, tem-se que a Amazônia detém 42,3%, os pastos contribuem com 24,7%, as colheitas anuais com 5,8%, as colheitas perenes com 1%, e a cana-de-açúcar com apenas 0,8%. Vamos olhar com mais atenção estes números.

As pastagens possuem uma média nacional pouco inferior a uma cabeça por hectare, resultando em aproximadamente uma cabeça de gado por hectare de pastagem, ou seja, cerca de 170 milhões de cabeças de gado no Brasil. Se aumentarmos essa densidade para 2 cabeças por hectare, algo tecnologicamente e perfeitamente factível segundo a Embrapa, teremos à disposição cerca de 80 a 85 milhões de hectares para cultivar o que for necessário.

É importante frisar que não estamos falando em plantar apenas cana, ou desmatar um hectare sequer de floresta. Simplesmente dobrando a densidade de cabeças de gado nas pastagens existentes pode se chegar a uma área próxima de 10 vezes a área plantada de cana no país. Tudo isso sem competir com alimentos, ou desmatar.

Quanto ao CO2, tem que se pensar não apenas no que se emite, mas também no que se seqüestra do ambiente. Enquanto os solos de florestas retêm cerca de 70 milhões de gramas de carbono na forma de estoque, pastagens, culturas variadas, e o Cerrado retêm algo entre 35 e 56 milhões de gramas, ou seja, a diferença de estoque de carbono no solo não é tão diferente em diversas formas de uso. Entretanto, o estoque de carbono é bastante variado quando se leva em consideração o que se planta, ou seja, acima do solo. Enquanto a floresta tropical retém 200 milhões de gramas de carbono por hectare, a pastagem, por exemplo, retém apenas 1,3 milhão. Por sua vez, o cultivo de cana retém cerca de 17 milhões de gramas de carbono por hectare, mais de 10 vezes do que a pastagem.

Então, uma das idéias possíveis é aumentar a densidade de cabeças de gado, e recuperar parte da área de pastagem, sem promover o desmatamento, além de aumentar o seqüestro de carbono e aumentar a produção de alimentos e energia. Quanto à energia o Brasil tem enorme potencial para aumentar suas fontes renováveis. Além de novas variedades de cana-de-açúcar que prometem aumentar consideravelmente a produção bruta, tem-se que o bagaço moído e a palha ainda têm cerca de dois terços da energia da planta. Parte disso já vem sendo usada para gerar energia elétrica, mas uma grande aposta tem sido no etanol de segunda geração, ou seja, recuperar essa energia armazenada nas estruturas do bagaço e da palha e transformá-la em etanol.

Um dos processos mais pesquisados atualmente é o de hidrólise, ou seja, quebrar as moléculas de celulose, transformando-as em açúcares, para depois fermentar e produzir mais etanol. Tradicionalmente, o processo de hidrólise mais usado industrialmente é o ácido. Entretanto, as pesquisas correm a passos largos para usar enzimas para promover a hidrólise. Essas enzimas podem ser produzidas pelo cultivo de fungos selecionados e nesse caso uma das apostas no país é de pesquisar nossa enorme biodiversidade.

A Embrapa tem investido muito nesses temas que envolvem diferentes áreas do conhecimento, testando diferentes espécies de fungos, cultivados em diversas condições de operação, com diferentes substratos (meio de cultivo dos fungos).

Na Embrapa Instrumentação Agropecuária, em São Carlos, SP, foi desenvolvido um reator automatizado, específico para cultivos e testes dessas várias espécies. As espécies candidatas serão aquelas que produzirão em quantidade, e de forma economicamente viável, as enzimas que promoverão a hidrólise para o etanol de segunda geração. Cana, bagaço, palha, etanol produzido de forma mais sustentável para o ambiente e assim, quem sabe, o Brasil poderá aumentar sua estrela na próxima reunião pós Copenhague.

Victor Bertucci Neto, pesquisador, Embrapa Instrumentação Agropecuária, São Carlos (SP)

terça-feira, janeiro 19th, 2010 | Author: admin

Agribusiness giant Bunge announced in December it would acquire a majority stake ($896 million in stock) in about six mills in Brazil from Moema sugarcane group. Now, Bunge has signed an agreement that would give it the ability to ship as much as 300 million liters (80 million gallons) of sugarcane ethanol by 2012 on a strategically-located railway.
Under the 11-year accord, Bunge would transport its ethanol out of the northern port of Sao Luis, Brazil, for export to world markets on Vale’s North-South Railway.  The Port of Sao Luis is much closer to the United States and China than the traditional export ports of southeastern Brazil.
Moreover, the companies point out that the use of rail transport will remove 700 ethanol tanker trucks a month from Brazil’s highways, helping reduce transport costs and greenhouse gas emissions.

Sugarcane Blog

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terça-feira, janeiro 12th, 2010 | Author: admin

A queima da cana-de-açúcar no estado de São Paulo deve ser gradativamente eliminada até 2017, de acordo com o Protocolo Agroambiental do Setor Sucroenergético, assinado em 2007 entre o governo do estado e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

O acordo reforça uma legislação ambiental já rigorosa com relação às queimadas, mas que ainda não tem o apoio de um método eficiente que permita o monitoramento da forma de colheita, ou seja, se ela é feita com ou sem o uso de fogo.

Por conta disso, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), identificaram e mapearam o modo de colheita da cana-de-açúcar nos municípios produtores paulistas.

Um dos objetivos do estudo, publicado na Revista Engenharia Agrícola, foi mapear as áreas de cana colhida com e sem o uso do fogo no ano-safra 2006/2007 a partir de imagens de sensoriamento remoto, a fim de estimar o percentual de área colhida sem queima.

Pela primeira vez, as imagens de sensoriamento remoto foram utilizadas para monitorar a colheita da cana. Segundo os resultados do estudo, cujas imagens foram adquiridas de abril a dezembro de 2006, 33,5% da área total foi colhida sem o uso do fogo contra 66% em que se utilizou o recurso.

Em relação à área mecanizável, o estudo identificou que 34,7% foram colhidos com uso do fogo e o restante sem. De acordo com Daniel Alves de Aguiar, um dos autores do trabalho, a identificação da área mecanizável não permite concluir se o produtor usa máquinas ou não: ela se refere apenas à declividade, isto é, diz respeito à área onde existe a possibilidade de colheita com maquinário necessário.

“Ela se refere à área que tem uma declividade do terreno menor ou igual a 12%. Se for maior do que isso, a máquina não consegue colher e os produtores terão um prazo mais extenso para se adaptar ao protocolo e à legislação”, explica Aguiar.

De acordo com o protocolo, o prazo para o fim das queimadas nas áreas que permitem o uso de máquinas agrícolas é 2014 e para as não mecanizáveis é 2017. “Mas mesmo nas áreas não mecanizáveis os produtores terão de se adaptar. Ou eles passam a colher manualmente sem queima ou terão que esperar uma nova tecnologia que permita a colheita em áreas com declividade maior. Senão terão que deixar de cultivar cana nessas áreas”, disse Aguiar.

Segundo a pesquisa, a área de cana colhida sem queima foi avaliada em 1,1 milhão de hectares no período estudado. E, apesar de ainda parecer pouca – perto dos 3,24 milhões de hectares do total –, a área atendeu à legislação ambiental que, para o ano de 2006, previa que 30% da área de cana fosse colhida sem queima.

São Paulo produz quase dois terços do açúcar e álcool do País, segundo dados da Unica. O cultivo da cana ocupa mais da metade das lavouras do estado, excluídas as pastagens. O estudo indicou que entre os 10 municípios com maior área de cultivo de cana, Piracicaba, Paraguaçu Paulista, Jaboticabal, Guaíra e Araraquara se destacaram por produzirem menos de 40% do total com uso de fogo em 2006.

Já Barretos e Jaú (quinto e sexto maiores produtores) queimaram cerca de 80% e 92% de suas áreas colhidas, respectivamente. Batatais, Lençóis Paulista e Morro Agudo queimaram entre 60% e 80%. Entre as cidades que colheram toda sua área sem o uso do fogo destacam-se Agudos e Paulistânia, com cerca de 1 mil e de 480 hectares, respectivamente.

Desde o período em que foi feito o estudo, o cenário parece ter melhorado consideravelmente em São Paulo. Segundo a Unica, este ano pelo menos 50% dos canaviais paulistas serão colhidos sem uso do fogo. O balanço do segundo ano de vigência do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroenergético, divulgado em novembro, apontou um índice de mecanização no cultivo da cana no estado de 54%, contra 34% de antes do compromisso.

O artigo Imagens de sensoriamento remoto no monitoramento da colheita da cana-de-açúcar está disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/Fapesp).

Ministério da Ciência e Tecnologia

domingo, dezembro 27th, 2009 | Author: admin

Maior produtor mundial de cana-de-açúcar e um dos principais exportadores de açúcar e álcool, o Brasil largou na frente no desenvolvimento de pesquisas biotecnológicas da cultura. Tanto é assim que hoje já são cerca de 50 pedidos de liberação planejada no meio ambiente protocolados na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Para ampliar o conhecimento sobre as pesquisas e o mercado da cana, o Conselho de Informações Sobre Biotecnologia (CIB) desenvolveu o Guia da Cana-de-Açúcar.

A publicação aborda a origem histórica da cultura da cana-de-açúcar, sua utilização atual e os mais recentes progressos científicos na área e contou com a colaboração de especialistas no tema, além do apoio de importantes instituições: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Instituto Agronômico (IAC), Universidade Estadual Paulista - Unesp Jaboticabal e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Apesar do nível avançado das pesquisas com cana geneticamente modificada (GM) em outros países, a exemplo de África do Sul, Austrália, Estados Unidos e Cuba, “o agricultor brasileiro deve ser o primeiro a ter acesso à tecnologia”, explica Jesus Ferro, pesquisador da Unesp Jaboticabal. “Essas variedades devem trazer benefícios para o setor sucroalcooleiro, a economia brasileira, os consumidores e o meio ambiente”, acrescenta o pesquisador.

Entre as principais características das novas variedades de cana-de-açúcar em estudo estão a tolerância a herbicidas, a resistência a doenças e pragas, o aumento do teor de sacarose, a tolerância à seca e a melhoria do porte da planta.

O pesquisador Sizuo Matsuoka ressalta ainda a existência de pesquisas de genes que tornem as fibras da planta capazes de gerar produtos como bioplásticos, além de técnicas que visam aproveitar melhor as folhas e o bagaço da cana para produção de biocombustível e energia. “A aplicação da biotecnologia vai colocar a produção de cana-de-açúcar em outro patamar”, prevê. “O Brasil saiu na frente e deve continuar investindo para manter-se no topo deste mercado”.

A Diretora-Executiva do CIB, Alda Lerayer, considera essa uma excelente oportunidade, sobretudo para a liderança no mercado mundial do etanol, já que o País utiliza apenas 1% de sua área atualmente para esse fim. Brasil e Estados Unidos são responsáveis hoje por 70% da fabricação desse combustível no mundo. “Ao adotar variedades transgênicas, poderemos ampliar a vantagem competitiva nas exportações, o que terá importante repercussão na economia nacional”.

O guia contou com a consultoria técnica de pesquisadores brasileiros, entre eles: Eduardo Romano da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia; Edgar Gomes Ferreira de Beauclair, da Esalq; Jesus Ferro, da Unesp Jaboticabal; Marcelo Menossi, da Unicamp e Sizuo Matsuoka, engenheiro agrônomo, especialista no melhoramento de cana-de-açúcar.


Conselho de Informações Sobre Biotecnologia

quinta-feira, dezembro 24th, 2009 | Author: admin

Sugarcane ethanol powerhouse Brazil might just have a whole new market to sweeten up. The South American nation is likely to take advantage of China’s agreement to lower the tariff on imports of ethanol to 5% from the previous 30%.
The Finance Ministry announced the new import tax for alcohol and other spirits denatured of any strength will be effective from 1 January 2010.
However, traders are cautious. ‘The low tariff appears to make imports of fuel ethanol viable. But we are studying if there are other restrictions,’ one trader comments, adding the industry is talking about an additional 5% of consumption tax on top of the tariff.
The Chinese government aims to blend 2 million tonnes of ethanol in petrol by 2010 and 10 million tonnes by 2020 to reduce greenhouse gas emissions. But ethanol production has been weaned off food-based grain feedstocks.
The world’s most populous nation has also seen lack of feedstock expansion due to limited farmland and water resources. Armed with this knowledge, Brazil has long urged China to import its fuel ethanol in addition to China’s own production.

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quinta-feira, dezembro 24th, 2009 | Author: admin

A diretoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) aprovou ontem novas regras para a comercialização do etanol. A principal novidade é a criação de duas novas figuras neste mercado: as empresas responsáveis pela comercialização do etanol e o agente operador de bolsas de mercadorias e futuros. A proposta havia sido encaminhada pela indústria canavieira, em busca de mais liquidez e também para tentar evitar as variações bruscas no preço do combustível, por meio do controle de oferta.

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