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quarta-feira, janeiro 27th, 2010 | Author: admin

The National Laboratory of Science and Technology of Bioethanol (CTBE), just inaugurated in the city of Campinas (State of S. Paulo), on January 22, 2010, will be the coordination center for researches on the production of bioethanol, from the plantation to the development of automotive motors.

CTBE is born from a study conceived in 2007 about the challenges for the production of ethanol in Brazil for the next 15 years.  One of its targets was to answer if it would be possible to multiply by ten - but in a sustainable way - the current production of ethanol, until 2015.  The future amount would be equal to 250 billion annual liters, which should be enough to replace 10% of the gasoline consumed in the planet.

“Many of the identified obstacles demand investments in science to solve them”, says  Marco Aurélio Pinheiro Lima, director of the new laboratory.

CTBE will gather the efforts of public research institutions and private laboratories from the whole country that already work on bioethanol. This wide effort is also the aim of the Research program in Bioenergy  (BIOEN) financed by The State of São Paulo Research Foundation (FAPESP).

The BIOEN Program will support the laboratory infrastructure, explains Prof. Marcos Buckeridge, at University of São Paulo, who is both scientific director of CTBE and coordinator of BIOEN Biomass division.

“We are creating a Brazilian system for bioenergies that will gather the researches of an elite of specialists that are dispersed throughout  the country”, announces Buckeridge.

The laboratory has counted on investments of R$ 69 million, and is already developing researches, many of them with the support of Fapesp, that already invested about of R$ 2 million. Currently with 60 employees, CTBE should hire 170 until 2013.

At the inauguration, the new institution has already signed cooperation agreements with the he Brazilian Agricultural Research Corporation  (Embrapa), the London Imperial College (UK)  and the Lund University (Sweden).

Cellulosic ethanol

The efforts of the research of CTBE will be concentrated in the development of the ethanol of second generation, produced from sugarcane cellulose.  Although corresponding to two thirds of the available biomass, sugarcane pulp and straw  are not yet enough used.

Buckeridge explains that breaking the cellulose wall is at the core of research at CTBE. The enzymes that may help in the biological decomposition will thoroughly be studied at the laboratories.

CTBE is neighbour to two other laboratories in Campinas: the Brazilian Synchrotron Light Laboratory (LNLS) and the National Biosciences Laboratory (LNBio). “Be close to these facilities gives us access to cutting edge resources such as the Synchrotron Light ring that helps to unmask the structure of the enzymes, and to specific bioinformatics software developed by LNBio”,  Buckeridge says.  The bioethanol researchers will be able to test their results under industrial structure at CTBE, thus adapting the academic research to the needs of industry.

LNBio, LNLS and CTBE will be coordinated by an the recently-created the National Center of Research in Energy and Materials (CNPEM), under the direction of physicist Rogério Cerqueira Leite.

Sugarcane direct planting

Under the agreement with Embrapa, the two institutions will together invest in advanced technology, to guarantee the Brazilian production of sugarcane ethanol. The test for this cooperation will be the direct planting of sugarcane, from North to South of Brazil, believes Geraldo Eugênio de França, Embrapa’s CEO.

Direct planting is a technique of agricultural handling, used mainly in cereals fields, which spares the preparation of soil in the planting. Embrapa already works since more than three decades with this technique that reduces costs, keeps the soil nutrients and uses water in a more rational way.

The Agricultural Program of CTBE will develop studies on agricultural machines and low impact crop mechanization. Sugarcane diseases and reaction to herbicides in humid soil, as in direct planting situation, will be also submitted to research.

CTBE and Embrapa will study the impacts of the direct planting in cane in the most diverse climates, soils, rain volume and field administration. The first experiments should happen in plantations in the State of São Paulo. Then similar tests will be accomplished in other producing areas, such as the Cerrado and the coastal boards of the Northeast.

The collaboration between CTBE and Embrapa may continue in the production of enzymes for the hydrolysis of the cane pulp, biochemistry and physiology of plants, fixation of nitrogen and absorption of CO2 by the plant.

© Webioenergias.com.br , with information by Fapesp and  Embrapa

quarta-feira, janeiro 27th, 2010 | Author: admin

O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), recém-inaugurado em Campinas (SP), no dia 22 de janeiro de 2010, vai abranger pesquisas relacionadas a todas as etapas de produção do etanol, desde a plantação até o desenvolvimento de motores automotivos.

O CTBE nasceu de um estudo sobre os desafios da produção brasileira de etanol para os próximos 15 anos. Concebido em 2007, o estudo tinha como uma das metas responder se seria possível multiplicar por dez, de forma sustentável, a produção atual de etanol até o ano de 2015. O futuro montante equivaleria a 250 bilhões de litros anuais, o que seria suficiente para substituir 10% da gasolina consumida no planeta, de acordo com o estudo.

“Muitos dos gargalos identificados demandam investimentos em ciência para resolvê-los”, conta o diretor do Laboratório, Marco Aurélio Pinheiro Lima.

O CTBE deverá reunir esforços de instituições de pesquisa de todo o país que atuam no desenvolvimento do bioetanol, inclusive laboratórios da iniciativa privada.  A abrangência dos trabalhos coincide com a do Programa de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O Programa BIOEN da Fapesp deverá contribuir com o laboratório e também se beneficiar da sua infraestrutura, explica o professor da Universidade de São Paulo, Marcos Buckeridge, diretor científico do CTBE e coordenador da divisão de Biomassa do BIOEN. “Está se formando um sistema brasileiro de bioenergia que reunirá os trabalhos de uma elite de especialistas espalhados pelo país”, anuncia.

O laboratório contou com investimentos da ordem de R$ 69 milhões e já possui pesquisas em andamento, muitas delas com o apoio da Fapesp, que já investiu cerca de R$ 2 milhões em trabalhos. Atualmente com 60 empregados, o CTBE espera ter cerca de 170 colaboradores fixos até 2013.

Já na inauguração foram assinados acordos para cooperação em pesquisas entre o CTBE e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Imperial College London, da Inglaterra e a Lund University, da Suécia.

Etanol de celulose

Os esforços da pesquisa do CTBE estarão concentrados no desenvolvimento do etanol de segunda geração, produzido a partir da celulose da cana-de-açúcar. Embora correspondam a dois terços da biomassa disponível, o bagaço e a palha da cana ainda não são suficientemente aproveitadas. Buckeridge explica que no coração dessa pesquisa está o processo de quebra da celulose. Na decomposição biológica essa massa é quebrada com o auxílio de enzimas que poderão ser estudadas a fundo nos laboratórios do CTBE.

Ao lado do novo laboratório funcionam o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) e o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio). “Estar perto dessas instalações nos dá acesso a recursos de primeira linha como o anel de luz síncrotron, que ajuda desvendar a estrutura das enzimas, e software específico de bioinformática, desenvolvidos pelo LNBio”, exemplifica Buckeridge.

Embora autônomos, o LNBio, o LNLS e o CTBE serão coordenados por uma instância recém-criada pelo governo federal, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que será o físico Rogério Cerqueira Leite como diretor.

Os pesquisadores de bioetanol poderão testar seus resultados em processos industriais no CTBE. O diretor científico do CTBE explica que os pesquisadores deverão interagir com os engenheiros do laboratório e, assim, adaptar a pesquisa acadêmica às necessidades da indústria. Esses testes serão executados em uma miniplanta industrial que está sendo construída e fará parte das instalações do CTBE.

Buckeridge espera promover, a partir de 2011, um megaexperimento em formato de workshop, em que todos os grandes trabalhos de pesquisa em bioetanol possam se apresentar. Um dos objetivos do evento será avaliar e acompanhar o “estado da arte” da pesquisa científica nacional em bioetanol. Além do combustível, os trabalhos deverão desenvolver uma cadeia de subprodutos oriundos da cana-de-açúcar como polímeros e medicamentos, nos moldes do que ocorreu com o desenvolvimento do petróleo. Esses novos materiais devem estabilizar a indústria da cana, que hoje conta com apenas dois produtos principais: etanol e açúcar.

Plantio direto da cana

Segundo o acordo com a Embrapa, as duas instituições assumem o compromisso de, em conjunto, investir em tecnologia avançada, para garantir a produção brasileira de etanol, a partir da cana-de-açúcar e de materiais lignocelulósicos (à base de celulose, como resíduos de cana ou madeira). Um dos desafios da Embrapa Agroenergia, unidade da empresa que tem uma interface muito grande com o CTBE, é tornar mais baixo o custo desse processo, explica o diretor-executivo da Embrapa, Geraldo Eugênio de França.

O diretor da Embrapa, acredita que a união das forças agrícola da Embrapa e industrial do CTBE impulsionará os trabalhos. A Embrapa, o CTBE e as empresas manterão relações mais estreitas. O teste, para o diretor, será o plantio direto da cana-de-açúcar, de Norte a Sul do Brasil.

O plantio direto é uma técnica de manejo agrícola, empregada na cultura de cereais, que dispensa o preparo do solo no plantio. A Embrapa já trabalha há mais de três décadas com este sistema, que reduz custos, conserva os nutrientes do solo e utiliza a água de forma mais racional.

O Programa Agrícola do CTBE estuda formas de implementar o plantio direto na cultura de cana. A tarefa, entretanto, tem alguns desafios tecnológicos significativos, como o desenvolvimento de um maquinário agrícola que reduza o tráfego de máquinas sobre a área plantada.

Para solucionar este gargalo, o CTBE desenvolve o projeto de uma Estrutura de Tráfego Controlado (ETC) que atuará em todo o ciclo agrícola da cana, do plantio à colheita. Segundo o diretor do Programa Agrícola do CTBE Oscar Braunbeck, a ETC deve reduzir a área de terreno trafegada de 60% para 13% e o custo da colheita mecanizada de cana em até 30%. A largura maior do equipamento (9m) também permitirá a mecanização da colheita em terrenos com até 20% de inclinação. Hoje, este número se restringe a 12%.

O Programa Agrícola do CTBE tem uma vertente voltada aos estudos de mecanização de baixo impacto e outra ligada ao ciclo agronômico da cana. Esta última será liderada pela Embrapa. Pesquisadores acompanharão o desempenho agronômico da cana sob o regime de plantio direto com baixo tráfego, em comparação ao plantio convencional. As variedades de cana que melhor se adaptam ao plantio direto o comportamento de doenças e pragas e a reação da planta aos herbicidas em situações de solo úmido também serão objetos de pesquisa.

“Estudaremos os impactos do plantio direto em cana nos mais diversos ambientes, solo, volume de chuva e gestão de campo. Os primeiros ensaios devem ocorrer em cooperação com usinas de cana de São Paulo. Depois realizaremos testes semelhantes em outras regiões produtoras como o Cerrado e os Tabuleiros Costeiros do Nordeste”, explica Eugênio.

A Embrapa também participará da construção da Biorrefinaria Virtual de Cana-de-açúcar (BVC). Esta ferramenta de simulação computacional é elaborada pelo CTBE para comparar a sustentabilidade econômica, social e ambiental de rotas tecnológicas no âmbito de uma biorrefinaria, identificando seu estágio de desenvolvimento e permitindo sua otimização. O desenvolvimento da BVC tem a participação de uma Rede de Instituições (coordenada pelo CTBE). A Embrapa vai coordenar a sub-rede agrícola desta rede.

A colaboração entre o CTBE e Embrapa poderá ter continuidade ainda nas áreas de produção de enzimas para a hidrólise do bagaço de cana, bioquímica e fisiologia de plantas, fixação de nitrogênio e captação de CO2 feita pela planta.

© Webioenergias.com.br , com informações da Agência Fapesp e da Embrapa

terça-feira, janeiro 12th, 2010 | Author: admin

A single bacteria gene introduced into yeast could revolutionise the production of bioethanol from agricultural waste by improving the yield and eliminating a major by-product.
Researchers at Delft University of Technology – working with the Kluyver Centre for Genomics for Industrial Fermentation - introduced a single gene from Escherichia coli into the yeast Saccharomyces cerevisiae and achieved a greater yield of ethanol, less acetate and the elimination of the major by-product glycerol.
“In the laboratory, this simple genetic modification kills three birds with one stone: no glycerol formation, higher ethanol yields and consumption of toxic acetate,” said principal researcher Jack Pronk from the university’s department of biotechnology.
Saccharomyces cerevisiae – which also converts sugars in beer and wine into ethanol– uses sugar contained within plant biomass to produce bioethanol.  When these sugars are released, a large quantitiy of acetate is formed, which can slow down or even halt bioethanol production.
By introducing the E. coli gene into the yeast, the yeast converted the toxic acetate into ethanol.  This replaced the normal role of glycerol, so the key genes in glycerol production could be removed, abolishing the production of the by-product completely.
The researchers at Delft – who have applied for a patent for their invention – realise that follow-up research is necessary and will work on transferring this concept to industrial yeast strains and real-life process conditions.
It is preferable that bioethanol is produced from resources that do not complete with food production, so efforts are being made to use agricultural waste such as wheat straw and corn stover to produce second-generation bioethanol, which can be used as a car fuel.

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domingo, setembro 13th, 2009 | Author: admin

State-owned Vietnam Oil and Gas Company (Petrovietnam) has started construction on a second bioethanol plant in the central province of Quang Ngai. The $80 million (€56 million) plant which will use cassava as feedstock, is expected to open in 18 months with annual capacity of 100,000m³.
The project is the second of three planned biofuel plants in Vietnam, each costing $80 million, the first of which is already under construction in the northern province of Phu Tho and due to open in December 2010.
The third plant will be located in the southern province of Binh Phuoc. Construction will begin in March next year, and is due to be completed at the end of 2011.
The project is part of a biofuel development programme, which, according to Prime Minister Nguyen Tan Dung, aims to produce 250,000 tonnes of ethanol and vegetable oil by 2015, and more than 1.5 million tons per year by 2025, meeting 5% of Southeast Asia’s petroleum demand.
Albeit a modest target, the project is a step in the right direction towards reducing Vietnam’s dependence on fossil fuels. The project will also contribute towards reducing local poverty, as the investors, Bio-Petroleum and Petrochemical Joint Stock Company (PVB), will buy cassava from local farmers at prices equivalent to those available abroad.

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quarta-feira, julho 29th, 2009 | Author: admin

Nippon Paper Chemicals Co. Ltd and Cosmo Oil Co. Ltd have conducted a feasibility study on biomass ethanol production since April 2008, which revealed challenges regarding second-generation biomass ethanol production using woody materials.
The companies will conduct research for two years with the University of Tokyo and Kyushu University, studying the efficient production of ethanol from woody biomass using the sulfite delignification process.
Aiming to resolve these issues, the two companies teamed up with to respond to a call for parties interested in undertaking the 2009 Leading-Edge Biomass Energy Technology Research and Development, one of the areas covered by the new energy technology research and development projects by the New Energy and Industrial Technology Development Organization (NEDO).
The estimated project cost is about 20 million yen per year (funded by subsidies).

domingo, julho 05th, 2009 | Author: admin

Belgian holding company Ackermans & van Haaren has signalled its intentions to move into the Brazilian bioethanol market after agreeing to take a minority stake in Alcofina in a preliminary deal.
The move comes after a deal between Ackermans and Sibco Holding, which will see Sibco selling its 30% of Alcofina which in turn holds 45.3% of Swiss trading firm Alcotra, active in the bioethanol trade.
The agreement still had to be approved by the Dutch and German competition authorities, but Ackermans has already stressed its intentions to ‘invest further in new developments in Brazil for the production of bioethanol, thereby targeting sugar cane plantations fulfilling high sustainability criteria.’

domingo, maio 31st, 2009 | Author: admin

O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Barreto de Castro, ressaltou durante o workshop Bioetanol Brasília, a importância do etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, para a economia brasileira. Segundo ele, acordos internacionais estabelecem a substituição, em 10%, da matriz de combustível fóssil para a de fonte renovável, nos próximos 10 anos.
“O projeto de bioetanol é o mais importante do País. Estamos falando de um mercado de mais de US$ 100 bilhões. O Brasil é o único que tem instrumentos capazes de suprir parte dessa demanda”, disse. Barreto de Castro acrescentou que para conquistar essa fatia do mercado, basta aumentar a área plantada de cana-de-açúcar em 50%, “mas sempre se preocupando com a preservação ambiental”, destacou.
Além disso, lembrou o secretário, o MCT está implantando redes do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), como a do Biocombustíveis, que poderão ajudar no desenvolvimento de novas técnicas. “Estamos no momento crítico de fazer um esforço para que o bioetanol nacional ganhe espaço mundial”, disse.
Barreto de Castro explicou que o País tem liderança no setor devido à experiência acumulada nos últimos 30 anos, quando as nações produtoras de petróleo aumentaram os preços.
“O Pró-Álcool foi a resposta brasileira. Na época não se pensava em meio ambiente, mas hoje se tornou um tema importante. Vamos aproveitar essa experiência e conquistar novos mercados”.
Uma série de questões envolvendo pesquisas e produção de etanol foi discutida no workshop Bioetanol Brasília. O secretário Barreto de Castro e da presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Lucia Melo, anunciaram a formação de um comitê para harmonizar as ações que envolvem a produção de bioetanol no Brasil.

Ministério da Ciência e Tecnologia

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sábado, maio 02nd, 2009 | Author: admin

Toyota may be focusing on hybrids and Nissan on electrics, but Volvo is placing its faith in the green car race firmly on Flexifuel.
The Swedish manufacturer has already created and manufactured several new vehicle models that can be used utilising alternative fuels that are less harmful to the environment. At present Volvo has nine models and three of them are already available as bio-ethanol powered vehicles: the Volvo C30, S40 and V50.
According to Magnus Jonsson, the senior vice president of Volvo Cars’ Research and Development team, flexifuel has “great potential for larger engine sizes”. He also admits that the company is planning to expand its range of bio-ethanol powered engines in the coming years.
In addition, Volvo has created the XC60 concept vehicle which uses the same powertrain as the Volvo S80 when it was first introduced in 2006 but has the capacity to run on E85 biofuel without compromising power and performance - it can achieve some 265horsepower with 251lb ft of torque. The vehicle can also run from 0-60mph in 8.2 seconds.

segunda-feira, março 23rd, 2009 | Author: admin

Automobile manufacturer Suzuki is focusing its efforts on making eco-friendly cars. Suzuki’s Alto and Splash automobiles are said to be low on emissions, and are also fuel-efficient and affordable. Suzuki is also working on alternative fuel vehicles–cars that can run on bioethanol (E10) and biodiesel (B7) for Europe, CNG-powered cars for India and flexi-fuel vehicles for South America.

This year has special significance for Suzuki as its founder, Michio Suzuki, took his first steps in business (as a loom maker) a hundred years ago. Changing and evolving over one full century, Suzuki today is a force to reckon with – the company sold 2.36 million cars globally in 2008 and expects to do better this year.
Given the changing economic scenario, which also demands changes from the worldwide automotive industry, Suzuki is gearing up to meet new challenges. The company believes that eco-friendly cars that are affordable, low on emissions and fuel-efficient are the future of motoring. On one hand, Suzuki is always working at improving and refining its internal combustion engines and on the other hand, the company is also working on hydrogen fuel-cells and other alternative energy powerplants, some of which may power Suzuki cars in a decade from now.
Two cars that exemplify Suzuki’s green thinking is the new Alto (called the A-Star in India) and the Splash, which is also due to be launched in India over the next few months. The new Alto/A-Star has CO2 emissions of 103g/km, while the Splash’s figures are 119g/km (petrol) and 120g/km (diesel). Both cars are not only low on emissions but are also very fuel-efficient and affordable. And to add to that, Suzuki is working on fitting stop-start technology to both these cars, which will further reduce emissions and improve fuel economy.
Suzuki is also working on alternative fuel vehicles – cars that can run on bioethanol (E10) and biodiesel (B7) for Europe, CNG-powered cars for India and flexi-fuel vehicles for South America. Suzuki believes the next 100 years will be all about sustainable mobility and the company is committed to working on vehicles that will have a minimal impact on the environment.

quarta-feira, fevereiro 04th, 2009 | Author: admin

Mission Biofuel India is seeking government approval to construct a biodiesel refinery in the eastern coast state of Orissa, by the Bay of Bengal, India.
The first phase of the project is expected to cost Rs 350 crore (€55.8 million).
The company is focusing on seeds from the jatropha plant as feedstock. The company is looking at wastelands around the ports at Paradip and Dhamra. Jatropha is already being grown in western parts of Orissa, including Bolangir.
Mission officials presented the plan to state government officials on 29 January.
In September 2008, India’s cabinet approved a national policy on biofuels, mandating a 20% blend in petrol and diesel by 2017. The policy requires bioethanol and biodiesel to be derived from non-edible sources and grown on non-farming land.

10 Indian biomass projects

Singapore-based Allgreen Energy India plans to spend Rs 500 crore (€79.4 million) to construct 10 biomass projects in India.
The company eyes operations of the plants for 2011/2. Each plant will have a production capacity of 6.5 MW.
Allgreen plans to start work on biomass projects in Karnataka, Tamil Nadu and Madhya Pradesh by March, with production expected to begin within a year.
Allgreen’s plants are expected to use biomass gasification technology developed by the Indian Institute of Science.

Biofuels International