Archive for » março, 2009 «

segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin

A segunda edição do principal evento voltado para os biocombustíveis realizado no Brasil e um dos principais do mundo, o Ethanol Summit, ocorrerá entre os dias 1 e 3 de junho de 2009 em São Paulo.
Idealizado e realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), o Summit volta com várias novidades ao World Trade Center Hotel, na Zona Sul da capital paulista – agora operado pela rede Sheraton de hotéis.
A principal delas é a participação no evento do The Economist Group, empresa que publica a renomada revista The Economist, que vai produzir e moderar uma Sessão Plenária Especial dedicada ao futuro do etanol. É a primeira vez que o The Economist Group participa com conteúdo de um evento não realizado por ele próprio. Outra novidade será a transmissão de todas as plenárias e painéis do Ethanol Summit ao vivo pela internet. Tudo ficará disponível no site do evento, para que os participantes assistam a todas as sessões que não acompanharam ao vivo.
O Summit mais uma vez terá palestrantes internacionais lado a lado com os principais especialistas brasileiros, contribuindo para aprofundar o debate sobre o biocombustível mais utilizado do mundo, o etanol. Cinco salas temáticas vão operar simultaneamente, oferecendo um total de 25 painéis e debates. Outras seis plenárias serão realizadas no auditório do WTC, além das cerimônias de abertura e encerramento.
A agenda do Ethanol Summit 2009 está em desenvolvimento, e as confirmações são acrescentadas gradativamente no site do evento.

Brasil Ethanol Trade Show

Paralelamente ao Ethanol Summit 2009, será realizada uma feira voltada para novas tecnologias voltadas para o setor dos biocombusíveis. O Brasil Ethanol Trade Show 2009 acontecerá em um dos espaços para eventos mais inovadores da América Latina – o Golden Hall, um andar acima da área de eventos do Sheraton WTC, onde será realizado o Ethanol Summit 2009. Graças a um acordo entre os organizadoresw do evento, todos os participantes do Summit terão acesso livre ao Ethanol Show 2009, que será organizado pela Multiplus Eventos, empresa que realiza a maior feira anual de negócios do setor sucroenergético brasileiro, a Fenasucro.
Em sua primeira edição, o Ethanol Show 2009 apresentará as mais novas tecnologias dirigidas aos biocombustíveis no Golden Hall do Sheraton WTC Hotel.
“A idéia da realização paralela dos dois eventos é que um complementa o outro. No Summit, o participante recebe informações sobre o que há de novo, e no Trade Show, será possível ver e obter mais informações sobre algumas dessas novidades”, explica o diretor de comunicação corporativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Adhemar Altieri.
O Brasil Ethanol Trade Show contará com cerca de 80 expositores em uma área de 3.500 m2, e o acesso será livre a todos os participantes do Ethanol Summit 2009. Dentro do acordo entre a UNICA e os organizadores do Trade Show, a Multiplus Eventos, o horário de funcionamento do evento será estendido, permitindo que os participantes do Ethanol Summit possam visitar a feira após as plenárias e painéis de debate do Summit. “Dessa forma, não é preciso se deslocar do Summit durante os painéis e plenárias para conhecer o Trade Show, que permanecerá aberto até mais tarde”, explica Altieri.

UNICA - União da Indústria de Cana-de-Açúcar

Category: NEWS  | Tags: ,  | Leave a Comment
segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin
O grupo Cosan está criando uma nova empresa, a Cosan Bionergia, para montar a maior companhia global geradora de energia a partir do bagaço de cana. A nova empresa vai receber um aporte de R$ 500 milhões do Fundo de Investimento FI-FGTS, que já financia empreendimentos em infraestrutura - energia, transporte e saneamento no país.
Os entendimentos entre o grupo sucroalcooleiro e a Caixa Econômica Federal ( CEF ), gestora do fundo, estão sendo coordenados pelo banco Credit Suisse . As negociações entre as partes estão avançadas e essa parceria deverá ser anunciada nos próximos dias. A carteira do FI-FGTS tem cerca de R$ 17 bilhões disponíveis para aplicar em projetos de infraestrutura.
Os investimentos da Cosan em cogeração a partir do bagaço de cana deverão somar R$ 2 bilhões, dos quais boa parte já foi aplicada pelo grupo. Com o aporte, o fundo terá cerca de 20% de participação na Cosan Bioenergia e o grupo privado os outros 80%.
Esse projeto colocará a Cosan como a maior companhia geradora de energia a partir da biomassa do mundo.

Atualmente, a Cosan já possui projetos de biomassa em andamento e também tem comprometida a venda de energia em leilões realizados pelo governo e com empresas privadas. As unidades paulistas do grupo, Gasa e Serra, já possuem contrato de longo prazo com a CPFL Energia. A unidade Barra, de Barra Bonita (SP), a maior do grupo, também fechou contrato de 15 anos, no valor de R$ 489 milhões, com o Rede Comercializadora de Energia.
A capacidade atual instalada de energia da Cosan é de 800 megawatts (MW), mas com os investimentos que estão em curso podem chegar a 1,2 mil MW.
Só para se ter uma ideia, a usina hidrelétrica de Jupiá, da Cesp Paraná, tem capacidade para 1,6 mil MW.
A expectativa é de que a receita gerada somente com energia, quando todos os projetos estiverem em andamento, fique em R$ 400 milhões por safra, a partir de 2012.
Onze das 23 usinas do grupo Cosan já possuem projetos de-cogeração de energia aprovados. Destas, quatro já estão em operação e outras quatro em fase de construção. As outras unidades estão na fase de pré-construção do projeto. Todas as unidades produtoras já obtiveram as licenças ambientais para instalação das caldeiras geradoras de energia. A perspectiva é de que todas as usinas do grupo com projetos estejam em operação a pleno vapor em 2012.

O Brasil possui cerca de 400 usinas de açúcar e álcool em operação, quase 100% delas autossuficientes em energia a partir do bagaço.

Há cerca de 200 projetos de cogeração em implantação no país, que somados podem colocar no sistema 10,2 mil MW até 2013, segundo o consultor de energia a partir da biomassa Onório Kitayama, que atua hoje na Coomex . Se for utilizada a queima da palha da cana o potencial sobe para 19,284 mil MW. No entanto, ainda há poucos projetos que queimam a palha.
A usina Equipav, do grupo Equipav , em capacidade instalada de cerca de 164 MW em uma única unidade, segundo Kitayama. O grupo já começou a fazer testes com a palha da cana.
A energia a partir da biomassa já é considerada o segundo principal negócio para algumas usinas do país, atrás do álcool, que representa a principal receita. Todos os projetos “greenfield” (construção a partir do zero) dos grupos sucroalcooleiros contemplam cogeração a partir do bagaço de cana em suas unidades.
Há quase duas semanas, o grupo Cosan anunciou a aquisição da Nova América, com quatro usinas de açúcar e álcool. Com a compra, a capacidade instalada do grupo em moagem de cana sobe quase 30%, considerando o processamento realizado na safra 2008/09. Todo esse bagaço adicional da Nova América também poderá ser convertido em energia pelo novo controlador.
Maior grupo sucroalcooleiro do mundo, a Cosan tem 23 usinas em operação - a unidade Jataí, de Goiás, inicia a safra a partir de julho. Na safra 2008/09, que se encerra em março, o grupo moeu cerca de 44,2 milhões de toneladas. Com a aquisição da Nova América, com as quatro usinas, a moagem soma 56 milhões de toneladas, mas a capacidade total supera 60 milhões de toneladas.
A Cosan informou apenas que negocia parceria com vários fundos em cogeração, entre eles o FI-FGTS, e analisa oportunidades no mercado. Já a Caixa Econômica Federal (CEF) não retornou o pedido de entrevista.
Com faturamento da ordem de R$ 2,7 bilhões na safra 2007/08, o grupo deverá registrar um forte incremento na receita com a incorporação da Esso. No balanço de resultados da safra 2008/09, a Cosan reportou receita líquida de R$ 2,565 bilhões no terceiro trimestre.

Mônica Scaramuzzo, Valor Econômico, S. Paulo

 

 

segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin
Thomas Mason, director of Oak Ridge National Laboratory, says that from 2005-2030, the world energy consumption is supposed to double. Renewables such as wind, Mason said, “have the advantage that they don’t really have a carbon footprint.”
By now, most people are familiar with the terms alternative energy, biofuels, hybrid and greenhouse gases. But familiarity can be as far from understanding as real solutions are from mere suggestions.

 

 

segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin

Um sistema computacional inovador para o setor sucroenergético foi criado pela OP2B, empresa incubada no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) da Universidade de São Paulo (USP).
Nomeado VCane 1.0 (Value Chain of Cane, na sigla em inglês), o software foi desenvolvido para auxiliar empresários e pesquisadores na gestão e planejamento das safras, de modo a aumentar a rentabilidade do negócio e minimizar as perdas. O desenvolvimento contou com apoio da FAPESP por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).
O setor deverá superar a marca de 500 milhões de toneladas de cana-de-açúcar moída na próxima safra (2009/2010) no país, segundo previsões da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica).
O VCane 1.0 é definido por seus idealizadores como um sistema computacional de apoio à decisão para a geração de um planejamento tático-operacional.
“Ao olhar para o horizonte de um ano-safra, e considerando a produção semanal de uma usina de cana-de-açúcar, o sistema abriga diferentes tipos de informações e parâmetros de mercado, incluindo as receitas e todos os custos logísticos e produtivos do negócio”, disse Maurício Nunes, diretor de desenvolvimento de negócios da OP2B.
“Por meio da modelagem e otimização, que são duas palavras-chave para definir esse processo, o software maximiza os ganhos da empresa, levando em conta as sazonalidades da cana devido às entressafras enfrentadas pelo produto”, explicou.
Segundo ele, de modo simultâneo e inserido no horizonte de planejamento de um ano-safra, o sistema analisa fatores como demanda, preço, topologia da usina, capacidade de estoque de produtos finais e dos insumos, disponibilidade de matérias-primas e cotações de mercado de produtos como açúcar, álcool, levedura, melaço e energia elétrica.

Capacidade de previsibilidade

Além de integrar diferentes modelos matemáticos, o sistema computacional funciona por meio de um banco de dados que abriga as informações necessárias aos usuários, que são consultadas em uma interface interativa.
“O VCane oferece o cenário ideal em termos de lucratividade, aumentando a margem da empresa, respeitando todas as restrições da produção, mesclando dados reais de mercado com dados estimados para os próximos meses e fazendo uma análise da sensibilidade de mercado com base em projeções. Em essência, trata-se de uma análise de risco dos cenários futuros”, disse Nunes.
Ele destaca que software semelhantes já existem no mercado e são indispensáveis nos processos produtivos de diferentes setores industriais. “Temos alguns concorrentes que também são ferramentas analíticas, mas que atendem a mercados mais genéricos. O VCane 1.0, por outro lado, além de nacional, tem foco nos processos contínuos do setor sucroenergético”, afirmou.
Durante o processo de comercialização – com início previsto para este ano –, o software deverá ser vendido a um custo de 20% a 30% inferior aos similares. “A proposta é criar uma nova inteligência de negócios no país. A comercialização da ferramenta ocorrerá por meio do que chamamos de vendas consultivas, o que, além da venda do software, permitirá o redesenho dos processos de negócio dos clientes”, disse Nunes.
A empresa OP2B está incubada no Cietec desde 2005 e desenvolve sistemas computacionais de alta tecnologia destinados a gestores de diversos setores industriais, entre os quais petroquímica, siderurgia, papel e celulose, alimentícia e farmacêutica. Mais informações: www.op2b.com.br

Thiago Romero, Agência Fapesp
 

 

Category: NEWS  | Tags: ,  | Leave a Comment
segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin
“Os Estados Unidos devem aprender com o Brasil que o caminho para a segurança energética é por meio da diversificação de suas fontes de energia e não pelo isolamento”. A afirmação foi feita pelo representante-chefe da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) na América do Norte, Joel Velasco, durante sua participação na Biomass 2009, evento realizado nos dias 17 e 18 de março, em Maryland (EUA).
Velasco realizou uma palestra sobre a indústria sucroenergética brasileira e sobre o etanol de cana-de-açúcar, na qual mostrou que o país produz um combustível limpo e renovável de maneira sustentável. Durante o evento, foram abordados os vários desafios de políticas públicas, regulatórias, da indústria e de mercado para conseguir cumprir o mandato federal americano (Renewable Fuel Standard, ou RFS) de consumo de 36 bilhões de galões de combustível renovável por ano ate 2022, como previsto na Lei de Independência e Segurança Energética de 2007 (EISA).
No mesmo painel do representante da UNICA, a economista da área internacional do Departamento de Energia dos EUA, Audrey Lee, apresentou uma análise, baseada em diferentes cenários, do impacto do mandato federal para o mercado e comércio de bicombustíveis. Ela concluiu que o mandato federal americano é uma medida muito forte e que os subsídios dados ao etanol do milho não ajudam a incrementar a produção, e por isso são ineficientes. Lee acredita que o Brasil será a maior fonte de bicombustíveis disponível aos Estados Unidos.
A conferência foi organizada pelo Departamento de Energia e teve mais de 600 participantes, com palestrantes do governo e da indústria, incluindo o Vice-Secretário Assistente para Energia Renovável, Jacques Beaudry-Losique. A UNICA manteve um stand no evento, onde foram distribuídos materiais sobre a entidade e o setor sucroenergético do Brasil.
A participação da UNICA no evento aconteceu dentro do escopo do projeto Apex-Brasil/UNICA, iniciado em janeiro de 2008. A parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, tem como objetivo promover a imagem do etanol brasileiro de cana-de-açúcar como energia limpa e renovável ao redor do mundo.

UNICA - União da Indústria de Cana-de-Açúcar

 

 

 

 

 

segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin

Projeto de lei  proibe a participação de desmatadores em licitações públicas

 

 

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4653/09, do deputado Dr. Talmir (PV-SP), que prevê a implantação de um sistema nacional de registro de desmatadores ilegais. A proposta altera o Código Florestal (Lei 4.771/65).
O texto determina aos órgãos federais, estaduais e municipais do Sistema Nacional de Meio Ambiente que mantenham, sob coordenação da União, um cadastro integrado com os nomes de todas as pessoas físicas e jurídicas que tenham infringido normas do Código.
Os infratores ficarão automaticamente proibidos de participar de licitações 
públicas e de receber recursos públicos ou controlados pelo Poder Público, como é o caso do crédito rural.
O autor do projeto argumenta que esse novo cadastro negativo servirá para ampliar os efeitos da recente resolução do Conselho Monetário Nacional que impôs regras para a concessão de crédito rural na Amazônia, excluindo o desmatador do benefício. “A proposta vai aperfeiçoar de modo significativo a legislação voltada ao controle do desmatamento.”
O projeto garante a observância das regras de prescrição e outras formas de extinção da punibilidade, a fim de não prejudicar indevidamente aqueles infratores que, após terem cumprido sua punição e demais obrigações legais, possam ter seu nome excluído da relação.
O projeto será ainda analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-4653/2009
  

 

Agência Câmara

Category: NEWS  | Tags: ,  | Leave a Comment
segunda-feira, março 30th, 2009 | Author: admin
Tucked away in a tangle of Brazilian rainforest, a quiet revolution is unfolding. In Amazonas, the country’s biggest state, people are using an approach called REDD (Reduced Emissions from Deforestation and Degradation) to conserve their forests in return for credit.

 

This project’s success has huge implications for reducing deforestation, cutting emissions and eradicating poverty, and its time has definitely come. Between 1990 and 2005, over a million square kilometres of forest were lost in the tropics. Half that was in the Amazon.
Deforestation accounts for over 17 per cent of global greenhouse gas emissions, so a curb on felling is key to successfully mitigating climate change. But the Amazon is prey to unsustainable development, and the costs of inaction and laissez-faire are higher than those of stopping deforestation. REDD is the most promising solution yet for this volatile mix of issues.

The perverse logic of clearfellingDeforestation remains an entrenched and ongoing issue in the Amazon, the world’s largest and naturally richest rainforest. But Amazonas, Brazil’s largest state, is seeing significant signs of change.

Amazonas harbours some 1.57 million square kilometres of rainforest – an area 10 times the area of the United Kingdom. It is also the site of the Juma Sustainable Development Reserve Project, the Amazon’s first independently validated project where locals are being rewarded for protecting their forests, and reducing carbon emissions in the process.

Dubbed REDD for ‘reduced emissions from deforestation and degradation’, such projects are up against a formidable status quo in the Amazon.

Deforestation there has an economic and social logic. It is the result of a perverse system that financially rewards those who clearfell, from land grabbers and illegal loggers to agribusiness. Cattle farming, for instance, is a highly profitable enterprise. From 1996 to 2006, numbers of cattle in the Brazilian Legal Amazon – that part of Brazil within the Amazon basin – rose from 37 million to 73 million.

Deforestation is not a result of irrationality, ignorance or stupidity: people do get, or expect to get, real benefits from deforestation and unsustainable forest harvesting.

Besides the environmental impacts of expanding agribusiness and poor forestry practices, unsustainable development in the Amazon has also led to significant poverty and social inequality, notably the highest concentration of slavery cases in Brazil. Similar social injustices, targeting indigenous and traditional people in particular, occur on other deforestation fronts throughout the tropics.

Over the last few decades, a cautious optimism has emerged as isolated attempts to curb deforestation have yielded positive results. In Amazonas, deforestation has been in continuous decline, from 1582 square kilometres in 2003 to 479 in 2008 – a 70 per cent decrease. As a result of political change in 2003 with the election of Governor Eduardo Braga, the state enacted a set of public policies aimed at reducing deforestation and improving livelihoods of forest dwellers.

Lessons learned there and elsewhere can be expanded, adapted and replicated. Obviously, the solution is not a simple, technical one. The starting point is no less than a radical change in the development paradigm.

Forests have historically been seen as valueless, and forestry as backwards – neither of them worthy of inclusion in ‘development’ strategies, or of the usual set of policy instruments encouraging proper investment, such as tax incentives and appropriate credit.

Yet the major drawbacks being felt through deforestation now suggest that forests need to be regarded as valuable assets to individuals, families, business and governments.

This paradigm shift has to be translated into broad crosssectoral policies in areas such as finance, education, health, energy, and sustainable land use systems. In short, public, non-profit and private sector policies have to be guided by a simple message:

                    ‘forests are worth more standing than cut’.
And some valuations of standing forests in the Amazon have produced very positive results. On the one hand are the results of public policies aiming to increase the value of forest products – such as honey and managed timber – supporting private sector investment and social-environmental entrepreneurship. In Amazonas, the price paid to producers of andiroba oil, derived from the nut of the Carapa guiansensis tree, increased 3.6 times from 2003 (when sustainable development policies began to be rolled out) to 2008. The more profitable sustainably harvested forest products become, the less attractive deforestation is, and the greater the economic stimulus to conserve forests.
On the other hand, environmental services such as carbon sequestration and storage have big potential and are a key part of the equation too. The more valuable environmental services are, the more resources will be available for investment in improving local people’s quality of life and ability to generate income.

 

Ready for REDD: building on successThe biggest challenge is not how to reduce deforestation, but how to finance the reduction. The agricultural frontier in the Amazon is pushed along by a multi-billion dollar per year economy. If the nature of the battle is predominantly economic, irreversible success will come only with sustainable finance – public, private and non-profit programmes aimed at stopping deforestation for carbon stored, biodiversity conserved, water supply protected or poverty eradicated.

Financing a new development paradigm in the Amazon is relatively low in cost compared to the environmental services produced by its standing forest ecosystems.

Take water: every year, Amazonian forests pump out 8 trillion tonnes of it into the atmosphere. There is no price tag on that yet, but it has clear economic significance for Amazonian agricultural production, electricity generation and industry that generates over US$1 trillion a year.

And now, REDD has opened up the possibility of valuing carbon-based environmental services in the Amazon. Sceptics say there may be methodological problems with REDD, but Amazonas’groundbreaking Juma project overcame all such barriers, including te establishment of baselines – benchmarks for calculating emissions reduction. Under the REDD initiative there, spearheaded by the Amazonas Sustainable Foundation (FAS), communities in the reserve are rewarded for their stewardship. In 2008, the scheme was validated according to standards of the Climate, Community & Biodiversity Alliance by the international verification service TUV SUD. It passed the methodology test with flying colours.

Juma is part of a broader initiative focused on payments for environmental services: the Bolsa Floresta (forest conservation grant) programme. Initiated by the Amazonas government and Brazilian private banking giant Bradesco, this is now funded by a range of players. The Marriott hotel chain, for instance, is financing the Juma project through voluntary contributions from guests. The total investment of US$8.1 million per year supports 6000 families committed to zero deforestation in all Bolsa Floresta projects.

Families receive direct cash payments through a highly efficient instrument: an electronic debit card accessible in banks and post offices in any towns. Communities also receive investments for income generation activities, social programmes and supporting local associations.

Poverty eradication is a key component of environmental conservation. Bolsa Floresta is now ready to be scaled up.

The global carbon market reached US$118 billion in 2008 but very little of it was invested in protecting tropical rainforests. Meanwhile, the international community faces a process of great strategic importance: the new international climate agreements, to be signed in December 2009 in Copenhagen. If these include forest carbon as both a market instrument and a mechanism for intergovernmental funding, they will set a historic precedent.

REDD financing mechanisms should be flexible so they can incorporate both inter-governmental funding (at national scale) and market-based funding (at project level).

Forests conservation and greenhouse gas emission reduction targets must top the list of priorities in the new climate agreements. REDD can become a significant catalyst of change to stop deforestation and eradicate poverty in many regions of the planet. As Nelson Mandela has said, ‘Those who are hungry are in a hurry.’ 

We urgently need to start a revolution in the world’s forests.
Time is running short.

REDD should be allowed in the carbon credit market with a quota to avoid flooding the market. Even a small quota of 10 per cent would generate more resources than any other international financing mechanism for tropical forest conservation and poverty. REDD could tip the financial and governance balance in favour of sustainable forest management.

REDD funding should use instruments such as certification and validation to ensure appropriate benefit sharing for indigenous peoples and local communities.

 

Virgilio M. Viana - Director-general of the Amazonas Sustainable Foundation and IIED Visiting Fellow - www.iied.org
domingo, março 29th, 2009 | Author: admin

 

 

Um grupo de senadores dos Estados Unidos quer reduzir a tarifa de importação do etanol, de U$0,54 centavos por galão, para alcançar paridade com os U$0,45 pagos como incentivo aos distribuidores americanos que adicionam etanol à gasolina.
O incentivo foi reduzido, no ano passado, pela lei agrícola americana (Farm Bill), de U$0,51 por galão de etanol para os atuais U$0,45. A medida em discussão no Senado reduziria a tarifa de importação sobre o etanol para o mesmo valor dado de crédito aos distribuidores de combustível, restabelecendo a paridade entre as duas.
De acordo com o representante-chefe da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) nos Estados Unidos, Joel Velasco, esse projeto de lei é o primeiro passo para amenizar a enorme distorção causada pela Farm Bill, que prejudica ainda mais a energia limpa e renovável da cana-de-açúcar.
“O incentivo fiscal de U$0,45 ao distribuidor é diferente da tarifa de U$0,54. Mas na verdade, a comparação deve ser com o petróleo, que não possui tarifa, mas é altamente poluente e finito.”
O projeto de lei nº S.622 foi apresentado no dia 17/03/09  pelos senadores do partido Democrata Dianne Feinstein, da Califórnia, Jeff Bingaman, de New México e Maria Cantwell, de Washington; e do partido Republicano, representado por Judd Gregg, de New Hampshire, Susan Collins, de Maine e Mel Martinez, da Flórida.
Segundo veículos de imprensa americanos, a Senadora Feinstein afirmou durante apresentação do projeto de lei que a alta tarifa de importação de etanol cria uma barreira para o etanol de cana-de-açúcar do Brasil e conseqüentemente, dá vantagem competitiva à gasolina.
“Eu acho que isso não faz o menor sentido, particularmente a nossa contínua importação de petróleo do Oriente Médio e outros grandes produtores, assim como a volatilidade dos mercados globais para os combustíveis que colocamos em nossos carros.”
As vantagens ambientais do etanol de cana-de-açúcar também foram levadas em conta durante a apresentação do projeto de lei. De acordo com a Senadora Collins, a tarifa de importação cria uma barreira comercial ao etanol produzido de outras matérias-primas, como a cana-de-açúcar, que emite menos gases de efeito estufa que o etanol produzido por milho.
Ainda durante a apresentação, os senadores a favor do projeto afirmaram que, se aprovada, a lei, por tornar as importações de etanol mais baratas para as refinarias, vai ajudar a diminuir os preços da gasolina nos postos de abastecimento dos EUA.

UNICA - União da Indústria de Cana-de-Açúcar

Category: NEWS  | Tags: ,  | Leave a Comment
domingo, março 29th, 2009 | Author: admin

Oil companies in the Philippines are allowed to import ethanol from foreign suppliers until 2011. According to Mario Marasigan, Department of Energy (DOE) director for energy utilization and management, the country would need at least 200 million liters of ethanol for the year. Marasigan said the DOE has also conceptualized a year-round promotion of the E10.
With only less than a fifth of the ethanol requirements to be initially sourced locally, oil companies are allowed to import from foreign suppliers, at least until 2011, the Department of Energy (DOE) said.
“As estimated, the country would need at least 200 million liters of ethanol for the year,” Mario Marasigan, DOE director for energy utilization and management, said.
He admitted that, unfortunately, the country’s current production capacity is only 39 million liters, thus, the balance between the requirements and what the country can only produce would have to be imported elsewhere.
He said importing some of the ethanol requirements is allowed until 2011, since the proposed ethanol plants have yet to be fully constructed.  “So, come 2011, importing it [ethanol] is no longer possible,” he added.
Marasigan said the country’s ethanol program has recently kicked in, and that promotional campaigns are being conducted by industry stakeholders. “We want to prove that E10 is there already, as very few have noticed that E10 [10-percent ethanol blend] is available at the pump,” he added.
Marasigan said the DOE has also conceptualized a year-round promotion of the E10. He added the DOE has no problem with biodiesel since it’s all over the country already. Marasigan said the DOE is looking at increasing the biodiesel blend to 3 percent from the current 2 percent by the end of the year. “A technical committee on petroleum-products standards is now formulating the guidelines for the increased blend,” he added.
Marasigan said increasing the blend to 3 percent was floated and is being considered by the technical committee. He added the technical committee is finalizing the details of the guidelines, which will be subject to public consultation.
“Once the guidelines have been subject for consultation, we hope to implement the higher biodiesel blend within the year.”
The DOE, according to Marasigan, recently promulgated guidelines for Republic Act 9367, or the Biofuels Act of 2006. The guidelines are expected to facilitate the entry of more investors into the biofuels industry.  He added it also provides a clearer and faster accreditation process for biofuel producers, distributors and oil companies.
Marasigan said the guidelines will “promote the development of the local biofuel industry and attract private-sector participation, and will put in place mechanisms that will speed up investments in the biofuel industry.”
Marasigan said the guidelines also provide for the setting up of a one-stop shop under the National Biofuels Board. The one-stop shop is envisioned to undertake all the needed processes in evaluating and approving biofuels-related project.

domingo, março 29th, 2009 | Author: admin

New Orleans is going green as it continues rebuilding after Hurricane Katrina — with a big assist from the U.S. Department of Energy’s National Renewable Energy Laboratory.

The U.S. Department of Energy’s National Renewable Energy Laboratory (NREL) is assisting New Orleans in using renewable energy. According to NREL, the city’s new buses run on a 5% biodiesel blend. With help from NREL’s Buildings Group, four new schools will be 25 to 35% more energy efficient by including new construction methods, energy efficient systems and energy management tools.  Now the motto “Cleaner…Smarter” is stenciled on the city’s new buses that run on a 5 percent biodiesel blend, and New Orleans has been selected as one of DOE’s Solar America Cities.
Sprouting in once-flooded neighborhoods are some new energy-efficient homes featuring rooftop solar panels, extensive insulation and more efficient climate systems. These standards will be applied citywide in schools and hospitals, too.
Many of the improvements are based on renewable energy programs and strategies provided by DOE and the laboratory.  Nor are the energy-saving improvements limited to hurricane reconstruction.
Even before Katrina, many of the city’s commercial buildings and dwellings were blighted. Entire neighborhoods were built decades ago without insulation and are subject to termite infestations.
The lab’s commitment to demonstration projects and community partnerships has encouraged city officials to embrace renewable energy.
“New Orleans has an amazingly vibrant local culture,” says senior project leader Phil Voss, who returned to Golden in January after 18 months in New Orleans. He is the lab’s first energy expert to be embedded in a field project.  “And until now, that same culture has not been open to many outside ideas — like energy efficiency.”

A Huge Challenge
Hurricane Katrina was the single largest natural catastrophe in U.S. history. The storm hit on Aug. 29, 2005. More than 1 million people were evacuated from the Gulf Coast; 2,541 were killed or remain missing.
Katrina flooded 80 percent of New Orleans, causing US $89.6 billion in damages. Half of the city’s homes were under at least four feet of water.  Three weeks later, the storm surge from Hurricane Rita flooded the city again.
During the city’s extended recovery, Steve Chalk, DOE Principal Deputy Assistant Secretary for the Office of Energy Efficiency and Renewable Energy, and Mary Werner, NREL’s Integrated Deployment Manager, established an office in New Orleans to promote energy conservation in the city’s rebuilding plans and introduce the use of renewable energy technology.
In addition to assigning Voss, NREL added local staff that included rehiring one of its former employees, Joe Ryan, a New Orleans resident. The NREL/DOE team has advised two dozen organizations focused on recovery and rebuilding.

Housing for Hundreds of Thousands
DOE has challenged the homebuilding industry to build 220,000 high-performance homes in New Orleans by 2012 under the department’s Building America program and as a result, small, energy-efficient two-story homes such as this one (left, Photo credit: Phil Voss) are under construction all over New Orleans. NREL is providing energy efficiency advice for the homes’ design.
The first homes to be certified as meeting the DOE Builder’s Challenge criteria are being built in the Gentilly neighborhood by a philanthropic effort named “Project Home Again” with Green Coast Enterprises and the Leonard and Louise Riggio Foundation.
Four high-performance homes have been completed, and 16 more will be ready by spring. Eventually the project could expand to 100 homes or more. They are reserved for qualifying lower-income Gentilly homeowers whose previous homes were destroyed.
“If that doesn’t sound like progress,” Voss said, “you don’t know the challenges in New Orleans. When it comes to rebuilding, the Big Easy is anything but.”
The two to four bedroom houses are designed to reduce energy use by 30 to 40 percent and lower utility bills by as much as $1,000 per year.
Key features include:
* Passive heating and cooling features such as cross-ventilation and screened-in porches.
* Daylighting with highly efficient “low-E” double-hung, double-glazed windows.
* Whole-house insulation using high-density spray foam.
* Properly sized, efficient heat pumps paired with dehumidifiers.
* Air-handlers and ductwork within conditioned space.
* Energy Star appliances and lighting.
* Foundation piers to elevate the houses above the flood plain

By eliminating drafts and removing moisture from the indoor air, residents won’t have to overchill their homes to be comfortable, even when summer weather hits 95 degrees with an equal dose of humidity.
NREL and Building America partner Florida Solar Energy Center are improving affordable home designs with the most active homebuilder in the New Orleans Area: Habitat for Humanity. Habitat has built two demonstration houses side-by-side in the Musicians Village district. The organization is expanding its building program in New Orleans by a factor of 10 over pre-Katrina levels.
Catholic Charities is working with Building America and its partner Building Science Corp. on another affordable energy-efficient design. NREL is performing long-term monitoring and analysis of the home’s heat pump with enhanced dehumidification capability.

Energy-Efficient Schools
NREL and DOE also formed a partnership with the Orleans Parish school district to use the Integrated Design approach to building high performance schools.
Of the district’s 128 schools open before Katrina, only 84 are expected to be open over the next 10 years. Many of these facilities must be replaced or substantially renovated. Taking into account the decades of deferred maintenance as well as storm damage, the reconstruction price tag for schools alone will approach $2 billion.
So far, four new schools are under construction. With help from NREL’s Buildings Group, they will be 25 to 35 percent more energy efficient than code by including new construction methods, energy efficient systems and energy management tools.
That energy efficiency standard has been incorporated in the school district’s 10-year master plan. The lab and DOE are completing energy audits of existing schools, too.
In a separate project, NREL’s Paul Torcellini and Shanti Pless are consulting on the design of a shared $2 billion hospital complex with Louisiana State University and the U.S. Department of Veterans Affairs.

Energy Policy Development
The NREL team also helped the city council develop a comprehensive energy policy and a plan to generate community support. The “Energy Smart New Orleans Plan” includes financing for energy efficiency improvements in homes and small businesses, low-income weatherization, a pilot solar thermal and PV component, and a contractor training and certification program.
The state government is also offering a 50 percent residential tax credit on the first $25,000 of the cost of an installed rooftop photovoltaic system.
NREL is engaging local utilities, public officials and central business district leaders on integrating power generated by distributed PV systems into the local electricity grid.

National Renewable Energy Laboratory