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sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

The European Parliament has decided to set a maximum emission average of 120 grammes of CO2 per kilometre for new vehicles. Since the voluntary system used in Switzerland up till now has been a failure, the WWF has demanded that Switzerland should comply with this limit, without compromises.

The EU plans to introduce a maximum average for CO2 emissions for new vehicles progressively, reaching 120 grammes per kilometre by 2015.

As voluntary goals set in agreement with car importers have failed twelve times in succession, Switzerland should sign up to this project.

“Both parliament and the car industry have promised to follow the EU’s lead,” says Christiane Maillefer, director of WWF Switzerland’s Romande office. The potential for reduction is considerable, since almost a third of total CO2 emissions in Switzerland is attributable to vehicles.

Moreover, Switzerland currently boasts the most petrol-guzzling new cars in Europe. Cars registered last year have average CO2 emissions of 183 grammes per kilometre.

The goal of 120 grammes per kilometre is only an intermediate stage though. By 2020, much more fuel-efficient vehicles should be ready for mass production, and “plug-in” hybrid vehicles should become more common on Swiss roads (hybrid cars whose batteries are principally charged from the mains, and only charge from the combustion engine on long journeys). Thanks to these vehicles, average CO2 emissions should fall to 80 grammes per kilometre. “This should also be the car industry’s goal - it must transfer the technology from the laboratory to the road,” says Maillefer.

Umwelt Perspektiven, Switzerland

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sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

Produto adotado em pizzarias e olarias do DF diminui custos em 60%, além de reduzir derrubada de árvores

Ele é mais barato, ecologicamente correto e produz mais calor que a lenha. Com tantos atrativos, era de se esperar que os briquetes, como são chamados os cilindros de resíduos agrícolas e madeireiros prensados, fossem adotados por estabelecimentos comerciais. Mesmo com todas as vantagens, o material ainda é pouco utilizado no Distrito Federal por pura falta de conhecimento.
A constatação é do engenheiro florestal Rodrigo Barroso, que abordou o assunto na dissertação de mestrado “Consumo de lenha e produção de resíduos madeireiros no setor comercial e industrial do DF”, defendida na Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB) sob orientação do professor Ailton Teixeira do Vale.
Barroso percorreu pizzarias, padarias e olarias, setores onde é mais comum o uso de madeira para aquecer fornos, a fim de mapear o setor. Os estabelecimentos visitados consomem juntos mais de 980 toneladas de lenha por ano.
Dentre os mais de 300 estabelecimentos que preparam pizza na cidade, apenas 10 declararam usar briquetes. Nesse grupo estão três conhecidas redes com estabelecimentos na Asa Sul, Asa Norte e Sudoeste.
Em relação às panificadoras, o número é ainda menor. Apenas quatro disseram comprar a lenha ecológica. Nenhuma delas divulga o fato aos clientes, apesar de a escolha contribuir para a imagem de uma empresa ambientalmente responsável.
Para o engenheiro, as estatísticas são resultado da desinformação, já que o produto reúne menor preço e maior eficiência. “As pessoas ainda conhecem pouco e têm medo de usar”, afirma Barroso. Enquanto uma tonelada de lenha custa em torno de R$ 441,18, a tonelada de briquete fica por volta de R$ 410,00 (valores cotados em outubro de 2007).
Além de mais barato, o briquete gera quase o triplo de energia da madeira. O poder calorífico, ou seja, a capacidade de produzir calor é de 5 a 7 mil kilocalorias, enquanto a lenha gera de 2 a 3 mil kilocalorias. A explicação está na umidade e densidade de cada material.
Quanto maior o teor de água, maior o tempo para iniciar a combustão. “A lenha tem 25% de água. Parte da energia é gasta para evaporá-la. No briquete, são 12%, por isso, ele gera energia mais rápido para esse uso. Sem falar na densidade do material, que no briquete chega a ser o dobro da lenha”, explica Barroso. A redução de custos com a substituição do material é de aproximadamente 60%.
Além ser uma alternativa vantajosa para os comerciantes, os briquetes também podem beneficiar outro ponto da cadeia produtiva, as madeireiras e serrarias. São os restos advindos da atividade desses locais que servem de matéria-prima para as empresas de reciclagem. Desta forma, a venda do material representaria uma fonte adicional de renda.
A realidade no DF, porém, é bem diferente. As empresas não fazem nenhum aproveitamento econômico. Pelo contrário, jogam os resíduos no lixo ou vendem sacos cheios de serragem ao preço simbólico de R$ 0,50. “Isso quando não queimam, que é a forma mais fácil de se livrar do resíduo, que fica ocupando espaço nas empresas”, afirma Barroso.
Estima-se que, no DF e Entorno, são produzidos mais de 2 mil toneladas de restos de madeira por ano, número que pode ser bem mais alto por causa das madeireiras clandestinas.
A quantidade seria insuficiente para instalar uma empresa de briquetagem no DF. “Casca de arroz, de café, coco verde seco e triturado, tudo pode ser usado para fazer briquete. Esses materiais, somados ao resíduo de madeira, podem tornar economicamente viável a fabricação aqui”, diz Barroso. “Só precisamos de mais pesquisa para saber a quantidade de material disponível.”

Meio ambiente
Se para os comerciantes a lenha ecológica representa redução dos custos, para os ambientalistas as vantagens estão na preservação do meio ambiente. Como o briquete pode substituir a madeira in natura, seu uso evita a derrubada de árvores.
Barroso lembra que a reutilização dos restos significa menos lixo causando distúrbios à natureza. Ainda não existe legislação que obrigue as madeireiras, por exemplo, a indicar um método de uso dos resíduos gerados, o que as estimula à produção sem compromisso. Mas uma política de sustentabilidade estimularia a consciência ambiental.

Fabiana Vasconcelos – Universidade de Brasilia (UnB)

sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

“The climate crisis is more dangerous in the long term than the economic crisis. Hurricanes and flooding, victims of climate change, the melting of the Antarctic icecap - the consequences of the greenhouse effect will overwhelm us more quickly than has been acknowledged up till now,” says Brigitte Behrens, president of Greenpeace Germany. The government has acted quickly to tackle the banking crisis, and it should do the same for the climate crisis. In 2009, we should not miss any opportunities to combat global warming.
“Environmental protection and economic growth cannot be played off against each other. Much more investment is needed in renewable energy, insulation of buildings, energy-efficient household appliances, and low-consumption cars. These are all opportunities to create jobs and increase exports,” says Behrens.
The government should reduce subsidies for activities which harm the climate and the environment. The programme for progressive elimination of nuclear power cannot be postponed, but should be complete in 2015, much sooner than initially expected.
Behrens argues that member states should set specific objectives for the European Union climate conference to be held in Copenhagen in December 2009. “The United States will finally commit itself to the fight against climate change,” she predicts.

sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin
“Uma das maiores e mais baratas alternativas para a redução, em todo o mundo, das emissões de gases do efeito estufa como o carbono é o estudo da eficiência energética dos veículos e edificações das grandes cidades”, destacou John Twidell, diretor do Centro Amset da Universidade de Montfort, no Reino Unido.
Twidell foi um dos palestrantes do Workshop on Physics and Chemistry of Climate Change and Entrepreneurship, realizado nos dias 26 e 27 de fevereiro, na sede da FAPESP, em São Paulo.
Segundo o pesquisador, os edifícios consomem cerca de 50% das fontes de energia produzidas por um país, principalmente para iluminação, comunicação, aquecimento, resfriamento e bombeamento. E em casos particulares – a exemplo da Inglaterra – mais de 10% da energia utilizada no país é perdida de forma passiva, como em leds de rádios e televisores que ficam ligados o tempo todo.
“A economia é a melhor forma de energia renovável. Isso remete à necessidade de sempre analisarmos a eficiência do que está sendo produzido pelos países, como no caso brasileiro, que tem alta produção de energia hidroelétrica e etanol. Mas será que o país está dando a atenção necessária ao desempenho dos refrigeradores, isolantes térmicos e motores utilizados em suas construções e automóveis?”, questionou.
Segundo ele, visando ao aumento da utilização de energias renováveis até 2020 na União Européia, nos últimos anos foram criados diversos marcos regulatórios nos países que compõem o bloco econômico e político. Um desses padrões é que, até aquela data, 20% da energia total utilizada nesses países devem ter origem em fontes renováveis.
“Na Grã-Bretanha, por exemplo, todos os novos edifícios deverão seguir o conceito de carbono zero. Se essas construções utilizarem energia que contribua para a emissão de carbono, por exemplo, elas terão que compensar com o uso de alternativas como células fotovoltaicas, energia eólica ou biocombustíveis”, explicou.
Ainda de acordo com essas metas, para abastecer sua população e indústria em diferentes setores econômicos, cada um dos 27 países da União Européia deverá ter, pelo menos, dez fontes de energias renováveis a mais do que as atuais.
Por sua vez, o governo do Reino Unido obriga a redução das emissões de carbono no país em 80% até 2050.

“Essas metas são revolucionárias e, se não cumpri-las, as comissões européias de meio ambiente poderão responder nos tribunais pelos danos causados. O curioso é que a equipe do presidente Barack Obama já está estudando a adoção de metas equivalentes para os Estados Unidos”, disse.

Eficiência energética Ao citar tecnologias de transporte desenvolvidas em diferentes países, como veículos elétricos ou movidos a hidrogênio, Twidell voltou a ressaltar que a ênfase das pesquisas para os próximos anos deverá estar mais nos veículos e em outros componentes do que nos próprios combustíveis.
“O foco deve estar muito mais no desenvolvimento de veículos adequados que sejam utilizados da forma mais eficiente possível. Chegamos a um patamar de abundância na área das energias renováveis, mas ainda temos muito a estudar no campo da eficiência energética, cujas tecnologias possam garantir a sustentabilidade a um custo adequado”, apontou.
Segundo Twidell, uma boa fonte de inspiração para essa nova fase de desenvolvimento tecnológico é o protótipo Helios, da Nasa, a agência espacial norte-americana.
“Trata-se de um avião fotovoltaico usado para a medição de poluentes atmosféricos”, disse. O Helios é uma asa voadora impulsionada por motores elétricos cuja energia provém de células fotovoltaicas montadas na superfície da fuselagem para a captação de luz solar.

Thiago Romero - Agência Fapesp

sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

The European Commission (EC) plans to propose anti-dumping and anti-subsidy duties on imports of biodiesel from the US.
The Commission, which oversees trade policy for the 27-country European Union, is due to propose the measures at a March meeting of EU national trade officials, known as the anti-dumping committee.
The anti-dumping duties would range from €2-19 per 100kg and the anti-subsidy duties from €23-26 per 100kg.
In April 2008, EU biodiesel producers complained that they were being affected by US subsidies that they said distorted the growing international trade in plant-based fuels.

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sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

O 13º Leilão de Biodiesel, realizado em 27/02/2009 no Rio de Janeiro, garantiu o fornecimento para o segundo trimestre deste ano.
Foram adquiridos 315 milhões de litros, originários de 25 usinas espalhadas pelo país. O montante arrematado representa toda a demanda de biodiesel para a mistura B3 (3% de biodiesel no diesel) no período.
Desse total, 99% são originados de usinas detentoras do Selo Combustível Social. O certificado é concedido pelo Governo Federal a empresas que asseguram a participação efetiva da agricultura familiar na cadeia produtiva do biodiesel.
Segundo os resultados preliminares, as regiões Sul e Centro-Oeste produzirão respectivamente 34,6% e 26,3% do biodiesel, percentuais que abastecerão outras regiões. O Nordeste participará com cerca de 17,7% da oferta, correspondente à demanda regional.
O preço médio final foi de R$ 2,155 por litro, com deságio de 8,7% em relação ao preço inicial de abertura (R$2,360). Esses valores incluem os tributos federais sobre o biodiesel (Pis/Pasep e Cofins), mas sem ICMS (imposto estadual) e sem custos de frete. O preço é 9,7% menor do que o verificado no leilão anterior (R$2,388) e reflete a recente redução de cotações das principais oleaginosas no mercado global. A movimentação financeira alcançou quase R$ 679 milhões no leilão.

Ministério de Minas e Energia

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sábado, fevereiro 28th, 2009 | Author: admin

Under the banner of The New Ethanol, Danish biotech Inbicon in collaboration with US-based G-team, will incorporate its proprietary technology into a new pathway for converting biomass to ethanol.
CEO Niels Henriksen says: ‘Our new model of the Inbicon Biomass Refinery will allow US grain-ethanol plants to add 20 million gallons a year of ethanol to their output.
The new model generates its own bio-power, enough to not only produce ethanol but also send a significant amount of green electricity and steam to the host plant, cutting the host’s energy costs dramatically.
‘Bringing Inbicon’s cellulosic technology to commercial scale will help producers start taking advantage of government mandates,’ says Inbicon’s vice-president Michael Persson.
For nearly six years, Inbicon has been testing, perfecting, and patenting its biomass conversion process at its pilot plant in Denmark.
‘Instead of focusing on making ethanol, we’ve concentrated on adding value to biomass by converting it into other forms of energy,’ says Henriksen.
‘Besides the 20 million gallons of ethanol for automotive fuel, our technology will also produce a molasses for high-energy livestock feed and a powdered lignin biofuel that we convert on-site into green thermal and electrical energy. Some of this excess electricity produced can also be sold back to the power grid.’
Inbicon is recent spin-off of Dong Energy, formed out of the technology and engineering group that first began converting biomass to energy in the 1990s. As Denmark’s largest energy group, Dong Energy earns $7.6 billion (€5.9 billion) in annual revenues.
The company has 14 years of practical experience gathering, transporting, storing, and handling huge volumes of biomass, currently over a million tons of wheat straw and wood pellets a year.

Biofuels International

sexta-feira, fevereiro 27th, 2009 | Author: admin

O Ministério de Minas e Energia prorrogou até dia 15 de março a Consulta Pública sobre a proposta de diretrizes para a realização do primeiro leilão de energia eólica, que deverá ocorrer ainda em 2009. O modelo trata da realização do Leilão de Contratação de Energia de Reserva, específico para empreendimentos de geração a partir da fonte eólica.
As diretrizes incluídas na proposta do MME têm por objetivo reconhecer a relevância da fonte eólica na composição da matriz elétrica brasileira e adequar as regras de contabilização contratual às características particulares deste tipo de empreendimento. A idéia é assegurar a remuneração adequada do investimento e a estabilização do fluxo de receitas necessária à viabilidade financeira dos projetos.
Pela proposta, os Contratos de Energia de Reserva (CER) resultantes do leilão serão firmados na modalidade de quantidade de energia elétrica de fonte eólica, com início de suprimento a partir de janeiro de 2012 e prazo contratual de fornecimento de 20 anoS.
Para efeitos de contabilização, o
s CERs serão subdivididos em cinco períodos de reconciliação quadrienais (ajuste da quantidade de energia contratada em função da produção efetivamente verificada). E permitem uma faixa de tolerância para desvios na produção anual de energia elétrica.
As diretrizes contêm ainda orientações sobre as condições necessárias ao cadastramento e à habilitação técnica para participação na disputa; sobre as possibilidades de conexão aos sistemas de distribuição e de transmissão de energia elétrica; e sobre a obtenção de créditos oriundos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
As contribuições dos agentes interessados no aprimoramento da proposta serão recebidas pelo Ministério de Minas e Energia até 15 de março de 2009 pelo e-mail: eolica@mme.gov.br

Ministério de Minas e Energia

sexta-feira, fevereiro 27th, 2009 | Author: admin

Craton Equity Partners, a Southern California, US-based clean technology fund, has made a commitment of $10 million
(€7.9 million) to Principle Energy Limited (PEL), a sustainable biofuel development company with projects that target sub-Saharan Africa.
PEL is developing a sugarcane ethanol operation in Mozambique. The project is expected to manufacture around 60 million gallons of ethanol a year at full production.
Craton’s investment will contribute to the ramp-up and working capital needs of the Mozambique Dombe project, including the construction of the ethanol production facility, and the cultivation of 18,000 hectares (45,000 acres) of sugarcane feedstock.

Biofuels International

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009 | Author: admin

Brazilian hydrated ethanol prices dropped from February 9th to 13th – eve of the new crop beginning (2009/10) in the Center-Southern region. This did not happen since December (week closed on Dec 12th). The CEPEA/ESALQ Index (Sao Paulo state) for this type averaged 0.7850 real or 0.3454 dollar per liter (excluding taxes), down 4.35 percent in Real from the previous period. For anhydrous, prices kept decreasing – the Index averaged 0.8667 real or 0.3814 dollar per liter (excluding taxes), dropping 1.27 percent in Real. Some mills enlarged the supply, in order to make cash and also due to the proximity of 2009/10 crop beginning. Moreover, the lower demand reinforced the decreases.
At Sao Paulo Mercantile Exchange (BM&FBovespa), ethanol (fuel anhydrous) futures have not been settled since February 3rd, after the contract February/09 had expired.
Regarding the price parity calculated by Cepea, the sugar remunerated 57 percent more than anhydrous ethanol between Feb 9th and 13th. In relation to the hydrated, the sugar advantage was of 64 percent. Comparing the two types of ethanol, the anhydrous remunerated 4 percent more than hydrated in the same period.

Cepea

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