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terça-feira, novembro 10th, 2009 | Author: admin

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sancionou hoje a lei que cria meta estadual de redução de emissões de gás carbônico e pediu que o governo federal siga a “ousadia” paulista.
A Política Estadual de Mudanças Climáticas estabelece uma diminuição de 20% nas emissões até 2020, em relação a 2005, o que significa emitir 24 bilhões de toneladas de gás carbônico a menos do que em 2005.
O evento no Palácio dos Bandeirantes, para 400 convidados, entre eles 30 prefeitos paulistas, aconteceu ao mesmo tempo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutia na capital paulista a meta que levará para a Conferência de Copenhague, em dezembro.
Lula ainda não definiu se levará um número a Copenhague. O Ministério do Meio Ambiente briga por uma redução de 40% até 2020 em comparação com a tendência de poluição, ou seja, em relação à quantidade de emissões caso nenhuma medida fosse tomada.
Segundo o governador, a meta federal não é ambiciosa “porque leva em conta a desaceleração da emissão, o que é muito diferente de uma redução absoluta”.
“Nossos 20% vão muito além dos 40% que o Brasil pode decidir adotar”, enfatizou o secretário paulista do Meio Ambiente, Xico Graziano. “Falta coragem ao governo federal para agir com a mesma altivez do governo de São Paulo.”  Para Graziano, o governo Lula está sendo “conservador” em relação à fixação da meta ambiental. “A política hoje se divide entre aqueles que topam a agenda ambiental e aqueles que a temem, os progressistas e os conservadores.”
“O Brasil deve ceder e pressionar os outros países. Não se trata de ajoelhar no milho ou se autoflagelar, mas de avançar em relação ao futuro”, defendeu o governador.

segunda-feira, outubro 05th, 2009 | Author: admin

US Energy Secretary Steven Chu ) said he is optimistic about efforts to reduce the nation’s energy consumption levels. But, he said, something must be done soon. Chu said that the average human being requires around 2,500 calories (which are, after all, a way to measure energy) a day to live a healthy lifestyle. But the average American uses far more than 2,500 calories a day when factoring all of the electricity we need to live our daily lives. In fact, Chu said, the typical American uses the energy equivalent of 100 servants, proof that too much energy is wasted.
Chu said that that the rest of the nation should look to California for guidance on how to handle energy consumption. After the oil shocks of the 1970s, California passed legislation, including the strengthening of appliance efficiency standards, that helped the state cut back on its energy usage. Chu said that the average electricity use per person in California has remained the same since the 70s while in the rest of the country that rate has risen by 50 percent.
Chu said that America had the potential to produce as much as the nation currently does while using half the energy. He says that much of what can be done to cut back on energy usage is extremely easy and practical. For instance, Chu said that by simply turning a computer off overnight, or even putting a laptop in sleep mode, could go a long way toward reducing energy consumption. “A lot of what we do is totally wasteful,” Chu said.
But Chu said that new technologies must also be instituted in order to help change the nation’s energy usage and reduce America’s dependence on fossil fuels. Chief among these are solar energy, wind energy, and clean coal, but he also mentioned an energy source with a more mixed reputation: nuclear energy, which could also play a large role in powering the nation’s energy grid.
“If you look at the difference between a coal plant down the river from you and a nuclear plant, me personally, I’d much rather be living near a nuclear plant,” Chu said. “There’s less pollution that we know about. And nuclear power plant records in this country are very, very good.”

The time to move the nation towards reduced energy usage, he says, is now.
“It is going to take time for the United States to change,” he said. “And we have to set a course that isn’t totally disruptive to energy intensive energies… But saying all that, you do have to start now.”

terça-feira, setembro 22nd, 2009 | Author: admin

O presidente da China, Hu Jintao, afirmou nesta terça-feira na reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Nova York que o país pretende reduzir as suas emissões de CO2 em uma “margem notável” até 2020. Hu não esclareceu qual será a meta, mas afirmou que, para isso, a China vai redobrar os investimentos em eficiência energética.
Cerca de cem governantes participam do encontro, que busca desemperrar as negociações por um acordo global de combate às mudanças climáticas, substituto do Protocolo de Kyoto, previsto para o encontro de dezembro, em Copenhague.

Falta de acordo seria imperdoável

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que convocou a reunião em Nova York para facilitar um acordo, afirmou que um fracasso no encontro de dezembro seria “moralmente imperdoável”.
Segundo o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, a falta de um acordo sobre o aquecimento global em um encontro sobre o tema em Copenhague, em dezembro, seria “moralmente imperdoável”.
Diante de cerca de cem líderes mundiais, Ban pediu uma ação urgente para conter as mudanças climáticas e disse que as negociações para a redução das emissões de gás carbônico estão avançando muito lentamente.
“Suas decisões terão consequências”, afirmou. “O destino das futuras gerações, e as esperanças e o sustento de bilhões de pessoas hoje em dia estão, literalmente, nas mãos dos senhores.”
A expectativa é de que, na reunião em Copenhague, os países cheguem a um consenso sobre um novo tratado que irá substituir o protocolo de Kyoto, que estabelece as atuais metas de redução de gases do efeito estufa e que expira em 2012.

China promete corte nas emissões de CO2
O presidente chinês disse que os cortes de emissões em seu país poderão ser mensurados a partir de parâmetros atrelados ao Produto Interno Bruto (PIB). Ele também prometeu “desenvolver vigorosamente” energias renováveis e nuclear, além reafirmar a opinião da China de que os países desenvolvidos precisam ser mais ativos do que os em desenvolvimento no combate ao aquecimento global, porque historicamente são responsáveis pelo problema.
“Os países desenvolvidos devem cumprir a tarefa de redução de emissões prevista no Protocolo de Kyoto e continuar a adotar metas quantificadas de redução substantivas, além de apoiar o combate à mudança climática nos países em desenvolvimento”, disse.

Planeta mais limpo
A China obtém 70% da energia que usa com a queima de carvão em usinas termelétricas e, embora tenha avançado tanto em eficiência energética como no desenvolvimento de fontes de energia mais limpas, o país é hoje, em números absolutos, o maior poluidor do mundo.  Mas também já ultrapassou os Estados Unidos como o maior mercado de energia eólica – gerada a partir de vento – e é uma potência crescente em energia solar.
O presidente chinês, Hu Jintao, disse durante a cúpula em Nova York que os países desenvolvidos precisam levar em conta as necessidades dos países em desenvolvimento e ajudá-los a usar mais tecnologias de produção de energia mais limpas.
Hu prometeu que a China iria ampliar seus esforços para uso eficiente de energia - para que seja emitido menos carbono por unidade de energia gerada - e reduzir as emissões de gases poluentes.

Negociações emperradas
As discussões para Copenhague continuam emperradas porque os países ricos evitam se comprometer a cortar emissões em um nível considerado satisfatório para evitar o perigo do aquecimento global. Os países pobres se recusam a aceitar limites de emissões alegando que isso prejudicaria seu desenvolvimento econômico.
Os Estados Unidos continuam como os maiores poluidores per capita do planeta. China e EUA respondem, cada um, por cerca de 20% das emissões de dióxido de carbono provenientes da queima de carvão, gás natural e petróleo.
A União Europeia é responsável por 14% das emissões, seguida pela Rússia e Índia, com 5% cada.
Demonstrações de vontade política tanto da China como dos Estados Unidos são consideradas fundamentais para o avanço das negociações rumo a um pacto global sobre o clima.

EUA assumem responsabilidades
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse durante a conferência especial da ONU, em Nova York, que os Estados Unidos estão “determinados” a agir para conter o aquecimento global e irão assumir suas “responsabilidades” em relação ao tema.
Obama afirmou que o povo americano compreende a gravidade da ameaça climática e está determinado a agir, mas que ainda é preciso trabalhar muito. “Se formos flexíveis e pragmáticos, se conseguirmos trabalhar incansavelmente em um esforço comum, então atingiremos o objetivo comum: um mundo mais seguro, limpo e saudável do que o que herdamos. E um futuro que faça jus aos nossos filhos”, disse o líder americano.
“Nós compreendemos a gravidade da ameaça climática. Estamos determinados a agir e assumiremos as nossas responsabilidades com as gerações futuras”, afirmou o líder dos Estados Unidos.
Obama acrescentou que o fato de diferentes países estarem adotando medidas para se recuperar da crise econômica mundial torna mais difícil alcançar um consenso sobre as medidas necessárias para combater o aquecimento global até a realização da Conferência de Copenhague sobre este tema, em dezembro.

Mudanças profundas
“Nós buscamos mudanças profundas, mas necessárias em meio a uma recessão global, onde a prioridade imediata de cada país é reavivar a sua economia e fazer com que sua população retorne ao trabalho. Por isso, enfrentaremos dúvidas e dificuldades em nossas próprias capitais ao tentarmos encontrar soluções duradouras para o desafio climático. Mas dificuldade não é desculpa para a complacência.”
O líder americano acrescentou ainda que cabe aos países ricos comandar o processo de combate ao aquecimento global, mas que os emergentes também precisam assumir um papel expressivo no processo.
“Não podemos permitir que as velhas divisões que caracterizaram o debate climático por tantos anos continuem a impedir o progresso. Sim, as nações desenvolvidas causaram muito do estrago no clima ao longo do século passado. E ainda temos a responsabilidade de liderar. E continuaremos a fazê-lo.”
O presidente dos EUA acrescentou que os países emergentes vão produzir quase a metade de todas as emissões de gases poluentes nas próximas décadas e que, por isso, “precisam também fazer a sua parte”.
Obama afirmou que durante a reunião do G20, em Pittsburgh, que será realizada no final desta semana, ele irá negociar com os líderes do bloco um prazo para pôr fim a subsídios oferecidos a combustíveis fósseis, de modo a contribuir para o combate ao aquecimento global.

BBC Brasil

domingo, setembro 13th, 2009 | Author: admin

Brazil is expecting a record-breaking volume of ethanol produced from sugarcane this year, according to a national survey.
The country anticipates a total harvest of 629 million tonnes, a 10% increase over 2008, as wider distribution of rainfall and an expanded planted area which reached 7.7 million hectares led to the abundant growth of the crop.
The current productivity index of about 81 tonnes per hectare will be maintained, with a larger volume of the crop, representing about 45% of the total harvest, will be used for sugar production.
The remaining 55% of the crop is intended for ethanol production, and will generate 9.13 billion litres of anhydrous fuel and 18.7 billion litres of hydrated alcohol to be sold as fuel.
In total there will be 27.8 billion gallons of ethanol produced, marking a 4.22% rise from last year’s figure.
Most Brazilian mills have the facilities to produce both ethanol and sugar, which allows for flexibility to opt for the production of one or the other.
According to the survey, conducted by Brazilian government agency Conab, the favourable price on the international market has led industries to prefer the food production.

Biofuels International

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quinta-feira, maio 07th, 2009 | Author: admin

House Agriculture Chairman Collin Peterson (D-Minnesota) today blasted EPA’s Tuesday announcement on biofuel use, saying he will not support any climate change bill unless there is an ironclad provision barring agency rulemaking. Peterson added he would encourage other Democrats to also withhold support of climate change legislation.
In her announcement, EPA Administrator Jackson said the agency would take into account both direct greenhouse gas emissions from biofuel use and the indirect impact of countries using land to grow the crops for the fuels when assessing lifecycle greenhouse gas emissions.
“You are going to kill the biofuels industry. You are in bed with the oil industry. I won’t support any climate change bill even if you fix it because I don’t trust anybody,” Peterson told administration witnesses at a House Agriculture subcommittee hearing on the renewable fuel standard’s impact on land use.
Peterson said at the hearing he had discussed the rule with administration officials, and he no longer believes they are willing to negotiate because they are driven by ideology. He told the witnesses — USDA Chief Economist Joe Glauber and EPA Office of Transportation and Air Quality Director Margo Oge — they should take that message to their agencies. Glauber and Oge did not immediately react to Peterson’s statements.

Peterson later told reporters he had made the same points today to White House senior adviser Pete Rouse, who is a former chief of staff to former Senate Majority Leader Tom Daschle, D-S.D., and regarded as sensitive to agriculture and rural concerns, as well as House Speaker Pelosi.
CongressDaily

domingo, abril 05th, 2009 | Author: admin

 

Petróleo e etanol devem dar novo status ao Brasil até 2020

O potencial energético do Brasil, ampliado com as recentes descobertas de petróleo e gás na camada pré-sal e a produção de etanol, deverá transformar o país em exportador de energia até 2020. A mudança de status deverá colocar o Brasil em posição de destaque no cenário mundial.
Entre os grandes emergentes que formam o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), somente os russos, que têm grandes reservas de gás e petróleo, são exportadores líquidos de energia.
Um relatório com projeções até 2030 elaborado em conjunto pela consultoria Ernst & Young Brasil e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o consumo doméstico de energia poderá crescer a uma média de 3,3% ao ano, ante um aumento médio de 4,2% na produção, o que geraria excedente de petróleo e etanol para o mercado externo.
De acordo com esse estudo, novos investimentos em refino de petróleo no Brasil também deverão resultar em um combustível de condições técnicas adequadas às exigências do mercado internacional. “Grandes volumes de gasolina brasileira devem ser exportados”, diz o relatório, “chegando a 9,3 bilhões de litros em 2030″.
Atualmente, o Brasil já exporta petróleo. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), em 2008 o Brasil exportou 158,1 milhões de barris, com receita de US$ 13,6 bilhões. Mas também importou 147,9 milhões de barris, ao custo de US$ 16,3 bilhões.
No entanto, o déficit na balança ocorre porque o petróleo exportado pelo Brasil é do tipo pesado, de menor valor de mercado, e o país ainda precisa importar o petróleo leve, que é mais caro.
A transformação do Brasil em grande exportador marca uma grande evolução em relação a um passado não muito distante.
“Na década de 70, duas fontes dominavam a matriz energética brasileira: lenha e petróleo”, diz Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A grande dependência de uma fonte fez com que em 1973 o primeiro choque do petróleo afetasse fortemente o país.

Uma das razões do avanço do país no setor nas últimas décadas foi o investimento na diversificação.

“O Brasil tem hoje uma das matrizes mais renováveis do mundo - 46% é de fontes renováveis. A média mundial é de 13%”, afirma o presidente da EPE.

Etanol

Uma das grandes apostas do governo brasileiro, o etanol vem ganhando destaque no cenário mundial em meio a discussões sobre mudanças climáticas, a crescente demanda internacional por fontes de energia mais limpas e a preocupação dos países em reduzir sua dependência de petróleo.

Ao contrário, por exemplo, dos Estados Unidos, que produzem etanol à base de milho, também utilizado para alimentação, o Brasil usa como matéria-prima a cana-de-açúcar, considerada mais eficiente por especialistas e com maior poder de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

Estados Unidos e União Européia têm programas para promover o consumo de biocombustíveis e deverão aumentar a mistura de etanol nos próximos anos.

Segundo o relatório da Ernst & Young, as exportações brasileiras do produto deverão crescer 8,9% ao ano.

O etanol tem ainda o desafio de se tornar uma commodity global.

As barreiras enfrentadas pelo produto no mercado internacional, como tarifas de importação, “deverão ser reduzidas gradualmente”, segundo a projeção da Ernst & Young .

Além disso, avanços tecnológicos nos próximos 10 anos, como o etanol de segunda geração, produzido a partir de materiais hoje descartados, como sobras de colheita ou palha e bagaço de cana, deverão permitir aumentar a produção sem necessidade de ampliação de área.

A previsão do governo brasileiro é de aumentar a produção de etanol em mais de 150% até 2020.

Mesmo com todos os avanços, porém, o mercado de etanol ainda é pequeno. Calcula-se que todos os biocombustíveis não representem nem 1% do peso do petróleo.

Segundo o presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Marcos Jank, imaginar que o crescimento do etanol significa uma substituição do petróleo “é besteira”.

Pré-sal

Com a descoberta de enormes reservas na camada pré-sal, que se estende por 800 quilômetros entre Espírito Santo e Santa Catarina, o Brasil deve ganhar uma posição de destaque também no mercado internacional de petróleo.

Ainda não há um cálculo preciso sobre o volume dessas reservas, mas algumas estimativas chegam a apontar que a camada pode abrigar, no total, até 100 bilhões de barris, o que deverá consolidar o Brasil como potência energética.

Há dificuldades, porém. As reservas estão a uma profundidade de 7 quilômetros abaixo do leito do mar, e a tecnologia de exploração é cara.

“A viabilidade de exploração depende não só encontrar reservas, mas de viabilizar as reservas em função dos aspectos econômicos da sua exploração e produção e também dos aspectos tecnológicos”, diz José Carlos Pinto, sócio da Ernst & Young.

Segundo ele, é necessário um preço de mercado que seja superior ao custo de produção, além de capacidade tecnológica para viabilizar a produção e a extração.

Há cálculos que indicam necessidade de investimentos de até US$ 1 trilhão para explorar a camada pré-sal. O governo já afirmou que a exploração é viável com o preço do barril em torno de US$ 40.

“Há tendências que indicam que os custos de exploração e produção estão se reduzindo substancialmente, talvez também impactados pela crise”, afirma o representante da Ernst&Young. “O que também reduz o patamar mínimo em que o preço de mercado do petróleo viabilizaria (a exploração do pré-sal).”

BBC Brasil

 

quarta-feira, março 11th, 2009 | Author: admin

Brazil’s BNDES state development bank will lend 2.5 billion reais ($1.05 billion) to ethanol producers to stockpile the biofuel and help prevent prices from falling.

Brazil’s BNDES state development bank will lend 2.5 billion reais ($1.05 billion) to ethanol producers to stockpile the biofuel and help prevent prices from falling.
The funding will be used to stockpile 3.3 billion liters (870.7 million gallons) of ethanol, the Agriculture Ministry said today in a statement. Producers who tap the credit line will be required to commit some of their own funds to store ethanol, boosting total inventories under the program to 5 billion liters, the ministry said.
“We’re doing this to maintain the supply of ethanol for the whole year and avoid price volatility, especially at the start of the harvest when prices fall a lot,” Agriculture Minister Reinhold Stephanes said today at a press conference in Brasilia.
The Sugar and Ethanol Association, known as Unica, announced earlier this week that Brazil’s government may lend as much as 3 billion reais to finance the stockpiling of 4.5 billion liters.

sexta-feira, dezembro 12th, 2008 | Author: admin

The energy-efficient plant will begin operations
in early 2009

 

One of the world’s most energy-efficient ethanol plants is set for start-up in Norrköping, Sweden. Sweden-based manufacturer Lantmännen Agroetanol will produce more than 3 million litres of ethanol a week, using technology from Vogelbusch, making it the largest ethanol plant in north Europe.
Initially the plant was due to come on line before the end of 2008, but is now likely to reach full capacity in early 2009.
At maximum capacity the plant will be able to produce almost half a million litres of ethanol a day from grain. A biomass-fuelled power station supplies the energy required for the process.
A multi-pressure system from Austria-based Vogelbusch plays a key part in cutting process energy consumption. Vogelbusch and Lantmännen Agroetanol began working on the project in 2006.
The multi-pressure system uses over 50% less steam than conventional technologies, generating equivalent savings in the energy required to produce it. The plant’s energy-saving properties are further boosted by the optimum thermal integration of the distillation and dehydration processes.
Vogelbusch has been active in the ethanol industry since 1921. The company was one of the first to handle ethanol in the boom of the 1970s, with a subsidiary in the US. Vogelbusch was involved in three start-ups in the US in 2007.


Biofuels International

sexta-feira, dezembro 12th, 2008 | Author: admin

O Brasil tem condições de produzir biocombustível suficiente para substituir pelo menos 10% de toda a gasolina consumida mundialmente. Mas, para que isso ocorra, a tecnologia tem que estar no campo e na própria planta, a cana-de-açúcar.
Para atingir a meta dos 10% da gasolina mundial, o país precisaria cultivar cerca de 35 milhões de hectares de cana-de-açúcar.
“Mas, com a introdução das novas tecnologias no campo, seja em instrumentação e automação agrícola ou na pesquisa genômica da cana-de-açúcar, esse número poderá cair para 20 milhões de hectares ou menos. Por isso, é fundamental identificar as principais necessidades de pesquisa para que possamos nos consolidar como o maior produtor mundial de etanol”, disse Luís Augusto Barbosa Cortez, professor da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas e coordenador do Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas (PPPP) da Cadeia Cana-Etanol, apoiado pela FAPESP.
Os Estados Unidos são atualmente o maior produtor mundial de etanol, com o combustível produzido a partir do milho. O Brasil ocupa a segunda posição, com o álcool combustível derivado da cana-de-açúcar.
“Neste momento, em que o mundo discute o forte potencial das energias renováveis, a agricultura e a ciência brasileira estão juntas, assim como também vem acontecendo com os setores público e privado, contribuindo para o desenvolvimento do país. A agricultura não vai avançar se não tiver a ciência ao seu lado”, diz Silvio Crestana, presidente da Embrapa.
Para Crestana, a cana tem um forte potencial de ser reconhecida como uma importante fonte de energia. A planta é composta por três partes: a sacarose, a palha e o bagaço, sendo um terço para cada uma. A primeiro já tem um número grande de utilização, o que não acontece com as outras duas partes. “Trabalhar o conceito de cana-energia é o grande desafio da ciência hoje”, ressalta o presidente da Embrapa.
Mas não é só isso. “Também é necessário definir estratégias para alavancar o setor”, defende Orlando Castro, coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Entre elas ele sugere a criação de novos institutos dedicados à pesquisa em cana-de-açúcar.
O Brasil lidera com folga quando se trata do número de artigos científicos publicados referentes às pesquisas com cana-de-açúcar. Considerando apenas o Estado de São Paulo, ele disputa a segunda colocação com os Estados Unidos. Entretanto o Brasil amarga uma terceira posição quando se trata de artigos científicos relacionados ao etanol extraído da biomassa e fora do grupo dos três primeiros quando o assunto é pesquisas de etanol de segunda geração (em ambos os casos os Estados Unidos lideram). Não é a toa que os setores público e privado vêm se esforçando em ações conjuntas quando o assunto é biocombustível. “É o conhecimento científico que vai estimular políticas públicas e o investimento de recursos”, afirma Castro.
O Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas (PPPP) da Cadeia Cana-Etanol (“Diretrizes de Políticas Públicas para a Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo”) compreende 20 temas, e integra o Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).
O objetivo do PPPP da Cadeia Cana-Etanol é propor diretrizes, estratégias e políticas para o desenvolvimento do setor sucroalcooleiro no Estado de São Paulo. Para isso, está em desenvolvimento um projeto de pesquisa integrado, a partir da cooperação de uma equipe interdisciplinar de pesquisadores e profissionais do setor.
O projeto abrange a cadeia produtiva da cana, açúcar e álcool, concentrando os estudos em quatro vertentes: agrícola (melhoramento genético, tecnologia de colheita); industrial (gestão, hidrólise); produtos (alcoolquímica, etanol, energia); e ambiente externo (mercado nacional e internacional, oferta e demanda).
A atuação compreende atividades de diagnóstico, análise, prospecção, desenvolvimento de indicadores e medidores de desempenho, elaboração de propostas de melhoria, mudança e ou inovação e disseminação do conhecimento.
O resultado dessas atividades deverá contemplar toda a cadeia produtiva e oferecer subsídios para a elaboração de políticas públicas para o setor, além de contribuir indiretamente para a formação e capacitação de profissionais para atuar administrativamente.

 

 

sexta-feira, dezembro 12th, 2008 | Author: admin

Restam apenas 20% da vegetação contínua do segundo maior bioma do país. Parte da fauna pode desaparecer

A fragmentação do cerrado ameaça a fauna local. Onças pintadas, porcos-do-mato e raposas já não são tão fáceis de serem vistos nas redondezas de Brasília. O homem chegou e, com ele, o barulho, os carros, o movimento, a caça e a alteração dos habitats naturais que afastaram os animais. Com a expansão dos agronegócios e a elevada produção de soja e outros grãos, restaram somente 20% de uma vegetação contínua do cerrado.
De acordo com o professor Jader Marinho, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), esse é um dos principais problemas sofridos pelo bioma nos últimos 20 anos.
Por conta da devastação, a onça pintada – o maior felino das Américas, que podia ser visto do norte da Argentina ao sul do México antes desse período – hoje praticamente só vive no Pantanal e na Amazônia. Para que esse animal, classificado na categoria de extinção vulnerável, sobreviva, é preciso que exista uma população de pelo menos 650 indivíduos em uma área comum. Assim também acontece com os outros bichos: além de um determinado tamanho populacional, eles necessitam de um espaço considerável para buscar alimento, encontrar um parceiro sexual e procriar. “Se o ritmo das transformações continuar, não haverá mais onça na natureza, somente em cativeiro ou em algumas unidades de conservação”, lamenta o professor especialista em mamíferos. Quando o espaço para buscar outros parceiros é pequeno, os animais acabam cruzando com parentes consangüíneos. Isso gera pouca variabilidade genética nas espécies, o que pode resultar em doenças.
O exemplo da onça é importante, pois ela é um predador de topo da cadeia alimentar entre os animais terrestres. Quando está em algum lugar, é sinal de que todos os elos estão presentes naquele bioma. Se ela não existe, a cadeia está incompleta. A cadeia alimentar é uma pirâmide com um conjunto de espécies que tem na base as plantas, consideradas os produtores. Logo acima vêm os primeiros animais herbívoros e, em segunda ordem, os animais que se alimentam dos herbívoros e assim por diante. Para Jader, não é somente a Amazônia que possui rica biodiversidade. Cada um dos grandes biomas é um manancial. O cerrado, por exemplo, já chegou a ocupar 23% do território nacional. E é a savana de maior biodiversidade do planeta.
A preservação de uma amostra mais ou menos representativa de um bioma fica garantida quando pelo menos 10% dele está legal e efetivamente protegido. Esse percentual pode estar relacionado a manchas em áreas diversas e é uma estimativa aceita pela comunidade científica. No cerrado, somente 2% a 3% estão protegidos em unidades de conservação, que incluem parques nacionais, estaduais e reservas ecológicas. ”Essa amostra não tem toda diversidade, portanto não é significativa. Talvez já estivesse na hora de falar em espécies ameaçadas no cerrado e não no Brasil todo”, explica.
O estabelecimento de mais unidades de conservação e pelo menos uma com 1 milhão de hectares contínuos é essencial para a manutenção de um cerrado em sua forma original. “Mas para isso é preciso dinheiro e vontade política”, ressalva Jader Marinho.
- O Cerrado é a savana com maior biodiversidade do mundo
- Em 2004 existem cerca de 200 espécies de mamíferos registradas no Cerrado, mas o número aumenta a cada dia, pois novas espécies ainda estão sendo registradas.
- 1 milhão de hectares de área contínua correspondem a 10 mil quilômetros quadrados, quase o dobro da área do Distrito Federal que é de 5.822 quilômetros quadrados